Desperdício de Água Tratada e Reaproveitamento de Água da Chuva

Desperdício de Água Tratada e Reaproveitamento de Água da Chuva

De maneira progressiva, assuntos hídricos urgentes e de total interesse da sociedade começam a frequentar a pauta política do Congresso Nacional.

Atualmente, tramita no Senado Federal o PL 175/2020, matéria que prevê o estabelecimento de medidas de prevenção ao desperdício de água tratada – por parte das concessionárias de serviços de água e esgoto -, e de reaproveitamento de águas pluviais e das “águas cinzas” em atividades paisagísticas, agrícolas, florestais e industriais.

Entende-se por águas cinzas aquelas descartadas nos domicílios (ou seja, não industriais) originadas a partir de banhos, lavagem de roupas, louças e outras ações, exceto de vasos sanitários. 

O PL já foi aprovado pela Comissão de Meio Ambiente (CMA) e, desde dezembro, está pronto para deliberação do plenário.

Os objetivos da proposta são dois: aumentar a eficiência da rede de distribuição de água e estimular a geração da água de reúso como uma alternativa sustentável para o enfrentamento de crises de escassez hídrica e problemas de abastecimento da população.

Projeto de Lei Nº 175/2020

O Projeto de Lei Nº 175, de 2020, promove mudanças na Lei do Saneamento Básico (Lei Nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007).

A ementa do PL justifica que o objetivo é  “estabelecer medidas de prevenção a desperdícios, de aproveitamento da água da chuva e de reúso das águas servidas”.

O Artigo 43 da proposta obriga que concessionárias de água e esgoto elaborem estratégias para conter o extraordinário índice de perda de água tratada no Brasil. 

Além de serem mais eficientes na gestão da rede hidráulica, as coancessionárias terão que intensificar a fiscalização para coibir ligações clandestinas. 

Por sua vez, o Artigo 49 prevê que “no âmbito da Política Federal de Saneamento Básico, a União estimulará o uso da água chuva e o reúso das águas servidas em novas edificações e nas atividades paisagísticas, agrícolas, florestais e industriais”.

No parecer da Comissão do Meio Ambiente (CMA) do Senado, o colegiado cita alguns dados do Instituto Trata Brasil – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) que é referência nacional na área de saneamento básico.

Segundo o Trata Brasil, o índice de perda de água tratada no Brasil é de 39%. Já em países desenvolvidos essa taxa é de 15%.

Para se ter uma ideia do problema nacional, o Brasil desperdiça mais água do que países de economia mais frágil do que a nossa, como Etiópia, Uganda e Bangladesh – que registram perdas hídricas de 29%, 33,5% e 21,6% respectivamente.

O espantoso volume de perda de água tratada no Brasil – calculado em 6,5 bilhões de m3, no ano de 2018 – equivale a sete vezes a capacidade do Sistema Cantareira. “Ou 7.144 piscinas olímpicas perdidas ao dia ao longo de um ano”, compara o Trata Brasil.

Eficiência Hídrica e Reúso da Água na Indústria

Companhias de comprovada eficiência na gestão da água, esgoto e de seus efluentes industriais, geralmente possuem sistemas próprios de tratamento que, entre outros benefícios, geram a tão importante água de reúso.

A maioria dessas empresas, diga-se, são aquelas enquadradas no rol de organizações sustentáveis e com práticas ESG devidamente consolidadas, até mesmo antes do termo entrar na moda corporativa universal.

Para essas companhias com gestão de vanguarda, a água de reúso é um recurso essencial para a execução de uma série de ações diárias que dispensam a potabilidade da água.

Isso inclui a lavagem de pisos, galpões, garagens, frotas de veículos e áreas externas, a rega de gramados e áreas de paisagismo, o resfriamento de equipamentos industriais e descargas dos vasos sanitários.

A água de reúso utilizada em parques industriais pode ser proveniente de efluentes industriais ou da chuva.

Para as duas fontes, a única regra é a seguinte: a água deve ser devidamente tratada, mesmo que seja para esses fins não potáveis.

As instruções, padrões e a classificação da água de reúso no país estão descritas na norma ABNT NBR Nº 13969, da Associação Brasileira de Normas Técnicas.

Por fim, vale ressaltar que essas indústrias além de ecoeficientes se tornam mais rentáveis.

Quer dizer, além da contribuição com a poupança de água (bruta e tratada), essas indústrias que incorporaram a água de reúso em seus processos internos ainda colhem bônus financeiros devido à economia gerada com a redução de contas de consumo de água de distribuição.

FUSATI: Soluções de Tratamento de Água e Reúso

A FUSATI é uma empresa perita no desenvolvimento e comercialização de soluções industriais para o tratamento de água bruta, efluentes fabris e esgotos.

Desde os anos 80 – quando a companhia iniciou suas atividades no segmento de Filtro de Água Central para clientes residenciais e comerciais – a FUSATI investe em pesquisa, tecnologia e inovação tendo em vista o zelo com o mais valioso e essencial recurso à vida: a água.

Nas residências, casas e nos condomínios e prédios, o Tratamento do água central garantem a saúde e o bem-estar das famílias com a distribuição de água potável em todos os pontos do imóvel – torneiras, chuveiros, registros que alimentam eletrodomésticos como, por exemplo, máquina de lavar roupa ou purificadores.

E hoje, mais do que nunca, esse cuidado com os recursos hídricos passa obrigatoriamente pela geração e emprego da água de reúso.

Os sistemas de tratamento de água, esgotos e efluentes industriais com a patente FUSATI geram água de reúso para inúmeras empresas que canalizam seus investimentos em processos mais sustentáveis e ecológicos, a exemplo da reciclagem da água.

As pressurizadas Estações de Tratamento de Água (ETAs), Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEIs) fabricadas pela FUSATI são unidades compactas, modulares, funcionais e de fácil operação.

Estação de tratamento de água compacta

São estações de tratamento que equipam parques industriais de empresas de alimentos, rações animais, bebidas, fármacos/cosméticos, produtos químicos, a eletroeletrônicos, tecidos e de papel e celulose, entre outras.

Mas as ETAs, ETES e ETEIs da FUSATI também fazem parte do dia a dia de negócios do setor de serviços, como redes de hotéis, hospitais, laboratórios, clínicas, clubes, academias, instituições de ensino e outros estabelecimentos.

Tratamento de Água de Reúso + Filtro de Água Central • Hotel
A FUSATI oferece uma linha completa de Filtros e Sistemas de Tratamento de Água para o Agronegócio.

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Jogo Educativo Incentiva o Uso Sustentável da Água

Jogo Educativo Incentiva o Uso Sustentável da Água

O grupo de desenvolvimento de jogos Ludo Educativo produziu um game que incentiva o uso sustentável da água. De maneira lúdica, o EcoCasa-Água mostra ações diárias que podem evitar o desperdício dentro de casa. O game tem uma dinâmica adaptada a interfaces de tela de toque e também está disponível na versão web.

O objetivo é fazer com que a água da caixa d’água dure o máximo possível. O jogador deve usar o mouse ou o toque para remover personagens que fazem mau uso da água. O personagem do jogo é então substituído por um novo, que faz o uso correto da água em diversas situações cotidianas. Quando o jogador consegue evitar o desperdício, passa para a próxima fase.

O grupo Ludo Educativo é um projeto do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão CEPID da FAPESP sediado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em parceria com a Aptor Software. Os interessados podem jogar o game pelo site do grupo. (https://www.ludoeducativo.com.br)

fonte: Agência FAPESP

Fonte: FAPESP

Água da Chuva: Vilã ou Solução Ambiental?

Água da Chuva: Vilã ou Solução Ambiental?

As frequentes enchentes e alagamentos que ocorrem em várias cidades brasileiras durante o verão, invariavelmente causam diversos transtornos e prejuízos à população e às prefeituras. 

Nessa época, o grande volume de água pluvial – somado à água que transborda de rios, córregos e outros mananciais e ao extravasamento da rede de esgoto -, invade residências, comércios, vias e espaços públicos de vários municípios.

O estrago é geral. E o saldo negativo normalmente envolve perdas materiais, população desabrigada, desabastecimento de água, energia elétrica e alimentos, comprometimento do transporte público e enormes rombos nos cofres públicos, gerados pelos serviços emergenciais e de reparação da infraestrutura social.

Cidades ultrapavimentadas que apresentam déficit de áreas verdes, baixa arborização urbana e reduzida área de solos permeáveis (gramados, canteiros, jardins e áreas de preservação permanente/APPs), são as primeiras vítimas em tempos de tempestades e trombas d’água.

Para evitar inundações, alguns municípios até investem em ações como o desassoreamento dos rios, a construção de piscinões e a limpeza de suas galerias pluviais – que muitas vezes se encontram obstruídas pelo descarte irregular de todo tipo de resíduos pela população. 

Mas as inundações nesta época do ano estão, infelizmente, cada vez mais frequentes e imprevisíveis.

Sabe-se, contudo, que a ação humana tem sido a grande responsável pela degradação crescente do meio ambiente, contribuindo assim para a aceleração das mudanças climáticas e, consequentemente, a ocorrência de eventos/fenômenos extremos ao redor do globo.  

Piscinões e Outras Soluções

Em São Paulo, na região do ABC e em outras cidades brasileiras, uma das soluções adotadas pelas administrações públicas para tentar amenizar o problema das enchentes urbanas foi a construção dos chamados piscinões. 

Mas somente a existência dos piscinões, que são grandes áreas de armazenamento de água pluvial, é insuficiente para solucionar o problema das inundações nas nossas cidades, afirmam especialistas em urbanização urbana e outros pesquisadores. 

Uma matéria recente, divulgada pelo Jornal da USP (Universidade de São Paulo), alerta que a construção isolada de piscinões não vai resolver o problema das inundações nas cidades brasileiras constantemente afetadas no verão.

No caso de São Paulo, observa Paulo Renato Mesquita Pellegrino, que é professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, a questão das enchentes é muito mais complexa do que a simples construção dos populares piscinões.

Segundo o acadêmico, além da localização geográfica da capital paulista – situada numa região naturalmente propícia a enchentes, pois está cercada por rios como o Tietê, Pinheiros e o Tamanduateí -, ao longo dos tempos a cidade diminuiu drasticamente sua capacidade de drenagem pelo solo.

Isso ocorreu devido ao avanço da urbanização, da malha asfáltica e da concretagem de áreas verdes, várzeas e outros espaços naturais que, anteriormente, garantiam a drenagem da água pluvial. 

Por isso, também é inevitável o investimento em infraestrutura urbana mais verde, o incentivo a programas de educação ambiental (como o plantio de mudas e o descarte correto de resíduos domiciliares), o fomento de políticas públicas socioambientais (como o IPTU Verde) e a adoção de sistemas e tecnologias sustentáveis que, neste caso, possam, reaproveitar a água proveniente das chuvas.

Água de Reúso Proveniente de Chuvas

De maneira geral, o Brasil aproveita muito pouco o enorme potencial das águas residuais. E isso vale para os mais diversos tipos de água imprópria para o consumo humano: esgotos domésticos, efluentes industriais e águas pluviais. 

Apesar de vivermos tempos de escassez hídrica, ou seja, que requerem o uso racional da água tratada e a busca contínua de soluções que permitam o reaproveitamento de águas residuais, o Brasil ainda detém um índice ínfimo de geração de água de reúso.

De acordo com o relatório Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil – Informe 2018, da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o país produz apenas 2 m³/s de água de reúso.

Este total equivale a 0,096% de todo o volume de água bruta coletada de mananciais superficiais e subterrâneos, que corresponde a 2.083 m³/s. Ou seja, é absolutamente minúsculo diante do gigantesco volume de água bruta retirada da natureza.

No caso da água de chuva, algumas cidades até já se movimentaram no sentido de elaborar legislações que obrigam alguns segmentos sociais a coletar e tratar a água pluvial.

Um desses exemplos é a Lei nº 17.394, que dispõe sobre a Captação de Água da Chuva na cidade de São Paulo.

A nova legislação paulista – de 15 de setembro de 2021 – obriga que prédios dos órgãos públicos do Estado de São Paulo possuam sistemas de coleta e reaproveitamento de água de chuva.

Nesse sentido, outro dispositivo legal vigente no território paulista é a Lei Nº 12.526, popularmente conhecida como a “Lei das Piscininhas”.

Em seu Artigo 1º, a Lei Nº 12.526 estabelece o seguinte: 

É obrigatória a implantação de sistema para a captação e retenção de águas pluviais, coletadas por telhados, coberturas, terraços e pavimentos descobertos, em lotes, edificados ou não, que tenham área impermeabilizada superior a 500m2 (quinhentos metros quadrados)”.

Água da Chuva Tratada: Solução Hídrica Barata e Sustentável

O reaproveitamento da água da chuva é uma alternativa economicamente viável e totalmente ecológica.

Quando coletada, armazenada e devidamente tratada, a água pluvial se transforma num importante recurso hídrico para indústrias, empresas, instituições diversas, hotéis, hospitais, shoppings e condomínios residenciais ou comerciais.

A FUSATI – empresa envolvida com o desenvolvimento de tecnologias de tratamento de água, esgoto e efluentes industriais desde 1983 – possui uma ampla linha de equipamentos que, além de suas principais funcionalidades, também geram a hoje indispensável água de reúso.

Há quatro décadas, a empresa instalada no município de Piracicaba (SP) é reconhecida pela qualidade superior e eficiência de suas Estações de Tratamento de Água (ETAs), Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEIs).

As unidades FUSATI equipam empresas de inúmeros segmentos produtivos. Desde plantas fabris de produtos alimentícios, bebidas, medicamentos e cosméticos, até  indústrias têxteis, automobilísticas, químicas e negócios do setor de serviços – hospitais, centros de saúde, hotéis, escolas, redes de restaurantes e fast food, entre outros.  

Todos esses empreendimentos comerciais usufruem das vantagens da água de reúso gerada pelas ETAs, ETEs e ETEIs da FUSATI, incluindo aquela proveniente da água de chuva tratada.

De acordo com a norma ABNT NBR Nº 13969, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, a água de reúso pode ser utilizada em ações como:

●    lavagem de carros e outros usos que requerem o contato direto do usuário com a água, com possível aspiração de aerossóis pelo operador, incluindo chafarizes (água de reúso Classe 1)

●    lavagem de pisos, calçadas e irrigação de jardins, manutenção dos lagos e canais para fins paisagísticos, exceto chafarizes (água de reúso Classe 2)

●    descargas dos vasos sanitários  (água de reúso Classe 3)

●    pomares, cereais, forragens, pastagens para gados e outros cultivos através de escoamento superficial ou por sistema de irrigação pontual  (água de reúso Classe 4).

Consulte a equipe de vendas da FUSATI e descubra mais detalhes sobre a tecnologia, as vantagens operacionais, a rentabilidade e os recursos de nossas famosas, ETEs, ETEIs, ETAs pressurizadas, compactas e modulares.

Estação de tratamento de água compacta FUSATI

E lembre-se que a FUSATI projeta, desenvolve e instala unidades de tratamento de água, esgoto e efluentes industriais que há décadas garantem qualidade, eficiência e segurança hídrica a um grande número de companhias brasileiras. 

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Gestão Otimizada da Água na Indústria Têxtil

Gestão Otimizada da Água na Indústria Têxtil

A indústria têxtil é um dos maiores consumidores de água doce do planeta. Dessa forma, a gestão otimizada da água na indústria têxtil é uma prioridade estratégica para se manter a competitividade dessas companhias.

E essa necessidade de aumentar a eficiência hídrica nas fábricas de tecidos se torna ainda mais urgente em tempos de aumento da demanda global por água, escassez do recurso essencial à vida, racionamentos e mudanças climáticas em curso. 

Portanto, cada vez mais as indústrias beneficiadoras de tecidos necessitam aprimorar a gestão da água em seus processos, incentivando seu uso racional e adotando sistemas de reúso de águas residuais.

Em termos de infraestrutura fabril, as Estações de Tratamento de Água (ETA) e as Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEI) são dispositivos imprescindíveis para a gestão otimizada da água na indústria têxtil, pois geram eficiência, economia e ainda tornam a planta produtiva mais sustentável.

O Perfil da Indústria Têxtil no Brasil

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), o faturamento do setor em 2019 foi de R$ 185,7 bilhões, um crescimento de 5% em relação ao ano anterior.

Esse dado consta de um levantamento realizado pela IEMI, empresa especializada em pesquisas e estudos de mercado. 

A mesma IEMI apontou que, em 2018, a produção média de confecção girou em torno de 9,04 bilhões de peças (itens de vestuário, meias e acessórios, produtos de cama, mesa e banho). No mesmo período, a produção média têxtil foi de 2,04 milhões de toneladas.

O Brasil possui mais de 25 mil companhias têxteis que geram cerca 1,5 milhão de empregos diretos e aproximadamente 8 milhões de postos indiretos.

O setor têxtil é o segundo maior empregador da indústria de transformação do país (11% dos empregos), ficando atrás somente do segmento de alimentos e bebidas, segundo dados da Pesquisa Industrial Anual (PIA). E seu faturamento representa 6,6% de toda a receita da indústria de transformação.

No país, a maior força produtiva do segmento de tecidos e confecções está localizada na Região do Polo Têxtil (RPT), parque industrial espalhado pelas cidades paulistas de Americana, Santa Bárbara d’Oeste, Sumaré, Nova Odessa e Hortolândia.

As crescentes crises hídricas têm afetado as indústrias têxteis dessa região, que têm sido obrigadas a buscar alternativas hídricas mais econômicas e sustentáveis em suas unidades produtivas.

Para manter a produção em dia e garantir a conservação da água bruta, as fábricas da RPT adotam estratégias e tecnologias para tornar a gestão da água mais racional, eficiente e sustentável no parque têxtil que é composto por cerca de 950 indústrias.

Em busca da gestão otimizada da água na indústria têxtil, várias dessas empresas vêm inclusive investindo na implantação de sistemas de captação e tratamento de água da chuva.

O Consumo da Água nas Fábricas Têxteis

Em todo o mundo, as companhias têxteis são responsáveis pelo consumo anual de 93 bilhões de metros cúbicos de água, segundo pesquisa da Fundação Ellen MacArthur – instituição britânica envolvida com projetos e ações que visam o fomento da economia circular.

Esse elevado consumo de água na indústria têxtil envolve desde o cultivo de fibras até processos fabris como alvejamento, tingimento, curtimento, desengomagem, tinturaria e outros. Para se ter uma ideia, são necessários mais de 5 mil litros de água para a fabricação de uma única calça jeans, de acordo com cálculo realizado pelo Portal Ecoera e a Vicunha Têxtil.

Mas além do extraordinário consumo de água doce, o setor têxtil global também é responsável por um elevado índice de poluição da água, resultante do tratamento inadequado dos efluentes industriais.

De acordo com a mesma Fundação Ellen MacArthur, o setor têxtil e de confecção responde por 20% da poluição industrial da água em todo o planeta.

Tratamento de Água FUSATI para Indústria Têxtil

A FUSATI é uma companhia paulista – instalada desde 1983 no município de Piracicaba – que desenvolve soluções que garantem eficiência hídrica, economia de água bruta, aproveitamento de águas residuais e a oferta de água devidamente tratada para os mais diversos processos industriais, incluindo o sedento setor têxtil.

As Estações de Tratamento de Água (ETA)Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) e Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEI) fabricadas pela FUSATI são dispositivos pressurizados, compactos e modulares que otimizam a gestão da água em plantas têxteis.

São unidades de tratamento modernas, tecnológicas e sustentáveis que combinam virtudes como segurança,  eficiência operacional, uso racional da água e abastecimento contínuo de água potável para as mais variadas necessidades fabris.

Além disso, são projetadas e comercializadas em total conformidade com exigências técnicas e leis ambientais vigentes no território nacional.

Em tempos de crise hídrica, as ETAs, ETEs e ETEIs da FUSATI ainda geram a imprescindível água de reúso – recurso oriundo de águas pluviais e/ou efluentes industriais tratados que podem ser empregados em tarefas que dispensam o uso de água potável.

No setor têxtil e na indústria como um todo, a água de reúso pode ser utilizada em diversas ações como rega de jardins, canteiros e áreas de paisagismo, descarga de vasos sanitários, lavagem de máquinas, frotas de veículos, pátios e no resfriamento de equipamentos industriais. 

Na verdade, quando aproveitada pela indústria a água de reúso gera um pacote de benefícios financeiros e ecológicos, na medida em que estimula a economia de água bruta (ou de abastecimento público), que gera a redução de gastos com água de distribuição e diminui a pressão e o estresse hídrico sobre os mananciais. 

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Como Evitar o Estresse Hídrico

Como Evitar o Estresse Hídrico

Nas últimas décadas o mundo se deparou com um extraordinário e crucial desafio: como evitar o estresse hídrico e, assim, garantir a sustentabilidade do planeta e a sobrevivência dos seres humanos.

Hoje, é provável que o principal dilema ambiental global seja conciliar as crescentes crises hídricas com a necessidade de disponibilidade de água potável para atender a demanda da população, dos serviços municipais, das indústrias e da atividade agropecuária.

Para assegurar a disponibilidade da água em todas essas frentes, uma das ações sugeridas por pesquisadores e especialistas em gestão hídrica é a adoção de novas e modernas soluções para o tratamento de água proveniente de fontes alternativas.

De modo geral, esse é um conselho universal. Porém, é especialmente dirigido ao agronegócio e à indústria, que são vorazes consumidores de água em todo o mundo.

Falando somente da indústria, no Brasil este setor produtivo consome aproximadamente 10% de água bruta coletada da natureza, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

No âmbito global, contudo, a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura) calcula que a indústria seja responsável pelo consumo de cerca de um quarto de toda a água doce retirada da natureza.

Fato é que neste cenário que contrapõe, simultaneamente, o aumento da demanda por água doce e a escassez hídrica, as empresas precisam ser cada vez mais eficientes e autossuficientes na gestão da água necessária para as suas atividades.

Água Potável e Tratada: Um Bem Valioso

A água é um direito humano e um recurso que está no centro do desenvolvimento sustentável, salienta a ONU.

Mas o mundo ainda está distante do acesso universal e equitativo a este recurso indispensável à vida humana. A ONU observa que três em cada 10 pessoas ainda não têm acesso à água potável no mundo.

E o estresse hídrico já afeta mais de 2 bilhões de pessoas em todo o planeta, alerta o Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos 2021: O Valor da Água – Fatos e Dados.

Segundo estatísticas do Aquastat – banco de dados da FAO com informações globais sobre recursos hídricos e a gestão da água na agricultura – o consumo mundial de água doce aumentou seis vezes nos últimos 100 anos. “E desde a década de 80 continua a crescer a uma taxa de cerca de 1% ao ano”, alerta a ONU. 

Ainda de acordo com o Aquastat, a atividade agrícola é o setor que mais consome água (69% de toda a água doce do mundo), seguida da indústria (19%) e das cidades (12%).

Tratamento de Água de Fontes Alternativas

Como se sabe, a água de qualidade é um insumo fundamental para a indústria e suas necessidades produtivas.

Mas essa regra é ainda mais rigorosa quando se trata de alguns segmentos – como medicamentos, alimentos, bebidas, produtos químicos e determinados componentes eletrônicos -, cujos negócios dependem da pureza e/ou da potabilidade da água.

Algumas dessas companhias, no entanto, estão instaladas em áreas que não são atendidas por redes de abastecimento. Dessa forma, são obrigadas a abastecer suas unidades fabris com água proveniente de fontes alternativas como poços artesianos, lagos, represas, rios, córregos, outros mananciais, além da água de reúso.

Contudo, a água oriunda dessas fontes hídricas geralmente apresenta instabilidades que comprometem o processo produtivo e a qualidade final de produtos como, por exemplo, laticínios, carnes, sucos, refrigerantes, cervejas, cosméticos e fármacos.

Em casos assim, portanto, é imperativo a correção de determinadas propriedades físicas, químicas e biológicas que põem em risco o êxito das operações industriais e do negócio como um todo.

É comum que a água coletada de fontes alternativas como poços artesianos, açudes e lagos contenham resíduos indesejáveis como lodo, areia, algas, metais, bactérias e outros elementos contaminantes/poluentes.

Por exemplo, a água captada de poços artesianos – que são fontes subterrâneas – costumam apresentar excesso de ferro e manganês. Isso significa que é preciso fazer a remoção desses metais presentes na água antes de utilizá-la.

Além de peculiaridades como essa, diferentemente da água de abastecimento, que já é distribuída devidamente tratada e desinfetada, a água de fontes alternativas é absolutamente bruta.

Dessa forma, invariavelmente essa água natural necessita de correção do pH (por meio de alcalinizantes) e da aplicação de biocidas como o hipoclorito de sódio (cloro) para se tornar 100% potável e tratada para ser empregada nas diferentes etapas do ciclo fabril de modo seguro e confiável.

Em suma, as indústrias que possuem seus próprios sistemas de coleta de fontes alternativas – superficiais ou subterrâneas – precisam monitorar continuamente a qualidade, a potabilidade e as propriedades da água utilizada em suas unidades produtivas.

Além disso, devem dispor de sistemas de filtração e  Estações de Tratamento de Água (ETA) capazes de atender suas demandas hídricas e manter a continuidade da produção.

Sistemas de Tratamento de Água FUSATI

Desde 1983, a FUSATI desenvolve soluções de filtragem e tratamento de água para clientes residenciais, comerciais e industriais.

Nessas mais de quatro décadas de atuação neste segmento de mercado, a FUSATI se especializou no desenvolvimento de tecnologias modernas, sustentáveis e eficientes.

Seus Filtros Centrais – de uso residencial, em escritórios, consultórios, condomínios, lavanderias e outros negócios – fornecem água tratada, potável e totalmente segura para o consumo humano.

Nas residências, casas e nos condomínios e prédios, o Filtro de Água Central garantem a saúde e o bem-estar das famílias com a distribuição de água potável em todos os pontos do imóvel – torneiras, chuveiros, registros que alimentam eletrodomésticos como, por exemplo, máquina de lavar roupa ou purificadores.

Já para as indústrias, a FUSATI disponibiliza suas versáteis, compactas e modulares Estações de Tratamento de Água (ETA), unidades pressurizadas que garantem o fornecimento de água pura, tratada e apropriada para o processo fabril.

Estação de tratamento de água compacta FUSATI

A FUSATI – que também projeta, comercializa e instala Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) e Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEI) – dimensiona suas ETAs conforme a necessidade da empresa cliente, as peculiaridades da água de fonte alternativa e o espaço físico disponível da planta industrial.

9 Vantagens da ETA FUSATI no Tratamento de Água de Fonte Alternativa

  • Tratamento seguro e confiável de água bruta de poços artesianos, rios, lagos, açudes, ribeirões e outros mananciais
  • Remoção de resíduos e impurezas sólidas, agentes poluentes e elementos patogênicos
  • Unidade customizada, modular e compacta
  • Fornecimento contínuo de água apropriada para os diversos processos fabris
  • Fácil instalação e operação
  • Custo de manutenção reduzido
  • Baixo consumo de energia elétrica
  • Geração de água de reúso (sustentabilidade)
  • Conformidade com normas técnicas, de segurança e leis ambientais vigentes

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Importância da Água na Indústria de Alimentos

Importância da Água na Indústria de Alimentos

É indiscutível a importância da água na indústria de alimentos. Em seus múltiplos segmentos, por exemplo, de proteína animal, produtos lácteos, chocolates, enlatados e bebidas, a água potável e devidamente tratada é um recurso indispensável e estratégico.

Porque nas companhias do setor alimentício a qualidade da água impacta diretamente na fabricação dos produtos, no bem-estar dos consumidores, na competitividade e, de certa maneira, na garantia da saúde do negócio. 

Ou seja, neste ramo a existência de sistemas de controle, métodos e tecnologias que asseguram a potabilidade da água nos processos fabris é compulsória.

No dia a dia das indústrias alimentícias, a gestão otimizada da água e sua segurança sanitária passam, obrigatoriamente, pela eficiência de suas Estações de Tratamento de Água (ETA) – unidades geralmente customizadas, construídas de acordo com as necessidades e demandas hídricas de cada indústria.

Mas o investimento em ETAs não apenas salienta a importância da água na indústria de alimentos, pois também denota a preocupação das empresas com o uso racional da água e alternativas sustentáveis capazes de reduzir o consumo de água bruto e o estresse hídrico de fontes naturais (como a geração de água de reúso). 

A Água nas Fábricas de Alimentos

Filtros de Aço Inox: Garantia de Qualidade, Segurança e Água Pura. A versátil família de filtros água da FUSATI – Estações de Tratamento de Água para indústria de Alimentos – aço inox 304 ou aço inox 316, NR-13 e ASME VIII

O papel da água tratada e livre de impurezas na produção de alimentos – e consequentemente na segurança alimentar mundial – é crucial.

A importância da água na indústria de alimentos está ligada a inúmeras rotinas. Desde a fabricação de alimentos processados, ao glaciamento de pescados, a lavagem de equipamentos industriais, máquinas, esteiras e utensílios que mantêm contato com alimentos e bebidas, até a higienização das mãos, roupas e EPIs de funcionários que, em determinados processos, manuseiam alimentos de forma direta. 

A água tratada e de qualidade é exigência sanitária em frigoríficos, granjas, unidades de processamento de pescados, fábricas de gelo, queijos e produtos lácteos, sucos, refrigerantes, óleos e gorduras, conservas de legumes e frutas, chocolates, bolachas, sorvetes e outros tantos itens alimentícios.

Nesses negócios, e em outras tantas atividades humanas que dependem de água, o risco é mais do que conhecido: a utilização de água poluída e/ou contaminada por bactérias, parasitas, metais pesados, produtos químicos como pesticidas e outros agentes nocivos facilita a disseminação de doenças e outros males. 

Além de desencadear problemas de saúde em consumidores, o uso de água contaminada em empresas de alimentos pode gerar questões judiciais e o desgaste da marca na mídia e nas redes sociais.

Na indústria alimentícia, os gestores responsáveis pela higienização da água – proveniente de concessionárias, águas superficiais ou subterrâneas – devem se cercar de medidas preventivas e contínuas que garantam o tratamento e o fornecimento de água potável, 100% tratada e adequada para processos fabris.

Potabilidade da Água no Brasil

No Brasil, os critérios e parâmetros que definem a potabilidade da água para o consumo humano e de animais estão descritos na Portaria GM/MS Nº 888, que foi publicada pelo Ministério da Saúde (MS) no dia 4 de maio de 2021.

A Portaria Nº 888, assim como as legislações anteriores que disciplinavam os padrões de potabilidade da água no país – as já superadas Portaria Nº 2.914/2011 e Portaria de Consolidação Nº 5 (Anexo XX) – determina a elaboração e a implementação do Plano de Segurança da Água (PSA).

O PSA é um conjunto de métodos, ações e procedimentos técnicos recomendados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para monitorar os padrões sanitários e garantir a potabilidade da água.

Segundo diretrizes da Portaria Nº 888, o Plano de Segurança da Água (PSA) deve ser implantado e mantido em dois tipos de unidades:

Sistema de Abastecimento de Água (SAA) – Redes de Distribuição Pública

Solução Alternativa de Abastecimento de Água Coletiva (SAC) – Fontes, Mananciais Superficiais, Poços Artesianos Comunitários etc

O Artigo 49 da Portaria Nº 888 descreve o seguinte:

Art. 49 A Autoridade de Saúde Pública poderá exigir dos responsáveis por SAA e SAC a elaboração e implementação de Plano de Segurança da Água (PSA), conforme a metodologia e o conteúdo preconizados pela Organização Mundial da Saúde ou definidos em diretrizes do Ministério da Saúde, para fins de gestão preventiva de risco à saúde.

Trocando em miúdos, isso significa que a implantação do PSA é obrigatória tanto para as concessionárias distribuidoras de água (ou seja, as gestoras de ETAs municipais que abastecem a população) quanto para indústrias (especialmente as alimentícias) e outros estabelecimentos que coletam e tratam a água, superficial ou de poços artesianos, por conta própria.  

Plano de Segurança da Água

Uma obra que trata do assunto de maneira analítica, detalhada e técnica é o livro Plano de Segurança da Água na Visão de Especialistas, publicado pela SETRI, empresa de consultoria em sustentabilidade.

O título – que tem a colaboração de vários profissionais e especialistas – trata de temas como “direito ambiental, saúde pública, avaliação de risco, risco ambiental, análises, minimização de riscos, prevenção de riscos e enfermidades, entre outros assuntos relacionados à saúde e segurança da água”.

O capítulo 13 do livro, intitulado “Importância da Água na Indústria de Alimentos e sua relação com o Plano de Segurança da Água” – assinado por Susi Ane Fiorelli e Valdir Roberto de Resende – traz reflexões sobre o aumento da demanda global de água e as diferenças entre água poluída e água contaminada, antes de mergulhar no tema central.

A água utilizada na indústria de alimento deve atender a dois requisitos: quantidade e qualidade, isto porque a água é base de qualquer indústria de alimento, sendo utilizada em todas as etapas do processo produtivo, desde sua participação como ingrediente ou como veículo para incorporar outros ingredientes às formulações, até nos processos de aquecimento, refrigeração, limpeza e desinfecção”, diz um trecho do citado capítulo.

De maneira enfática, a dupla de autores reitera que a segurança dos processos e a qualidade final dos produtos dependem do conhecimento e monitoramento das características microbiológicas, químicas e físicas da água utilizada no processo industrial.

Além disso, o controle e o monitoramento das propriedades da água também são imprescindíveis para a indústria se manter em conformidade com leis, normas e padrões de potabilidade vigentes.

A otimização da gestão hídrica em indústrias, observam os co-autores do livro, passa por ações como o mapeamento do consumo de água, o mapeamento do fluxo hidráulico, a avaliação da qualidade da água, a identificação de perdas e, a partir de tudo disso, a adoção de novos projetos de engenharia.

O download gratuito do livro Plano de Segurança da Água na Visão de Especialistas está disponível no endereço http://planosegurancaagua.com.br/index.php/download/

Estação de Tratamento de Água para Indústrias de Alimentos

Sistema de Tratamento de Água de Fonte Alternativa de Abastecimento de Água Coletiva (SAC) – Fontes, Mananciais Superficiais, Poços Artesianos Comunitários etc

A FUSATI é uma companhia nacional – instalada desde a década de 80 no município de Piracicaba (SP) – especializada no desenvolvimento de soluções e tecnologias filtrantes e de tratamento de água para clientes residenciais, comerciais e industriais. 

Em seu amplo catálogo de equipamentos e produtos, destacam-se as eficientes e modernas Estações de Tratamento de Água (ETA), que se adequam a diferentes negócios, espaços físicos e tipos de água empregados no processo industrial.

As ETAs FUSATI atendem empresas de diversos segmentos econômicos, inclusive as companhias fabricantes de alimentos e bebidas, que são absolutamente exigentes quanto ao fornecimento de água potável, tratada e 100% segura às suas necessidades produtivas.

Além do tratamento eficaz da água, a ETA FUSATI ainda traz uma vantagens como:

  • Estrutura pressurizada, modular e compacta, que dispensa a realização de obras/adequações de construção civil
  • Fácil instalação e operação
  • Visualização de todo o sistema de tratamento de água
  • Garantia do fluxo contínuo de água necessária para a produção fabril
  • Conjunto de vasos filtrantes construído em aço inox
  • Conformidade total com legislações ambientais, normas técnicas ABNT, NR-13, ASME VIII e outras regulamentações
  • Geração da água de reúso (para lavagem de pisos, frotas de veículos, máquinas e equipamentos industriais, rega de áreas verdes/jardins e descarga de sanitários)
  • Consumo de energia reduzido
  • Baixo custo de manutenção

Jartest – Serviços de otimização de Estações de Tratamento de Água

A análise profissional da performance de Estações de Tratamento de Água (ETA), Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) e Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEI) é fundamental para otimizar e potencializar o funcionamento dessas unidades.

Além do projeto e da construção de Estações de Tratamento de Água (ETA), a FUSATI ainda oferece serviços complementares de otimização dos processos das ETAs.

O objetivo desses serviços especializados é o aprimoramento operacional, a melhoria da performance ambiental e a redução de custos nos diferentes processos que envolvem o tratamento de água: floculação, coagulação, floculação, decantação, filtração, desinfecção e correção do pH.

Um dos procedimentos que auxiliam na melhoria de rendimento das ETAs é o jar test: método laboratorial realizado com amostras de água, submetidas a diferentes condições de pH, para determinar a dosagem exata de coagulantes e outros produtos químicos a serem utilizados no tratamento da água, evitando desperdícios e custos extras.

A realização do jar test – e de outras ações que tornam a ETA, digamos, mais azeitada e regulada -, traz inúmeros benefícios às indústrias alimentícias.

Os principais são a total segurança sanitária do tratamento de água, o aumento da eficiência operacional, financeira e ambiental, a determinação da quantidade exata de insumos utilizados nas etapas de tratamento da água, a redução do volume de lodo gerado e a economia de custos e recursos relacionados às ETAs (água bruta, coagulantes, desinfetantes, elementos filtrantes, energia elétrica).     

 

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