O Que é Demanda Biológica de Oxigênio (DBO)?

O Que é Demanda Biológica de Oxigênio (DBO)?

Demanda Biológica de Oxigênio (DBO) é a quantidade de oxigênio consumida por microrganismos presentes em determinada amostra de um efluente como, por exemplo, o esgoto doméstico e o industrial. É o parâmetro mais utilizado para medir o nível de poluição das águas uma vez que esses microrganismos (bactérias aeróbias, por exemplo) realizam a decomposição da matéria orgânica no meio aquático por meio de processos oxidativos, sobretudo pela respiração. Novos compostos são transformados a partir dos compostos orgânicos juntamente com o gás oxigênio por meio da catalisação de reações de oxidação desses microrganismos.

A redução da taxa de oxigênio dissolvido no meio aquático indica, portanto, uma atividade bacteriana decompondo matéria orgânica.

Assim, consideram-se poluídas as águas que apresentam alta DBO, uma vez que esta quantidade de oxigênio é utilizada na decomposição de compostos orgânicos. Quando há grande demanda de oxigênio, portanto, é possível observar a mortalidade de peixes e outros organismos aquáticos e, via de consequência, o desequilíbrio nesses ambientes.

Ao contrário, quanto mais baixa a DBO, mais limpa é a água e não haverá sinal de degradação dos ambientes aquáticos.

A Demanda Biológica de Oxigênio também é um parâmetro importante para dimensionar e indicar a eficiência das Estações de Tratamento de Efluentes (ETE). Isso porque, ao se comparar a DBO do esgoto bruto e do efluente final é possível verificar se a matéria orgânica está sendo consumida e se o descarte não vai causar nenhum desequilíbrio.

As Estações de Tratamento de Efluentes devem atuar para reduzir a carga orgânica e, consequentemente a DBO.

Legislação Aplicável

A RESOLUÇÃO Nº 430, DE 13 DE MAIO DE 2011, que dispõe sobre os parâmetros, condições, padrões e diretrizes para gestão do lançamento de efluentes em corpos de águas receptores, alterou parcialmente e complementou a RESOLUÇÃO Nº 357, DE 17 DE MARÇO DE 2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA, a qual “dispõe sobre a classificação e diretrizes ambientais para o enquadramento dos corpos de águas superficiais, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes”.

De acordo com o artigo 16 desta Resolução do CONAMA:

Os efluentes de qualquer fonte poluidora somente poderão ser lançados diretamente no corpo receptor desde que obedeçam as condições e padrões previstos neste artigo, resguardadas outras exigências cabíveis:

I – condições de lançamento de efluentes:

  1. a) pH entre 5 a 9;
  2. b) temperatura: inferior a 40°C, sendo que a variação de temperatura do corpo receptor não deverá exceder a 3°C no limite da zona de mistura;
  3. c) materiais sedimentáveis: até 1 mL/L em teste de 1 hora em cone Inmhoff. Para o lançamento em lagos e lagoas, cuja velocidade de circulação seja praticamente nula, os materiais sedimentáveis deverão estar virtualmente ausentes;
  4. d) regime de lançamento com vazão máxima de até 1,5 vez a vazão média do período de atividade diária do agente poluidor, exceto nos casos permitidos pela autoridade competente;
  5. e) óleos e graxas: 1. óleos minerais: até 20 mg/L; 2. óleos vegetais e gorduras animais: até 50 mg/L;
  6. f) ausência de materiais flutuantes; e
  7. g) Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO 5 dias a 20°C): remoção mínima de 60% de DBO sendo que este limite só poderá ser reduzido no caso de existência de estudo de autodepuração do corpo hídrico que comprove atendimento às metas do enquadramento do corpo receptor;” (Grifos Nossos).

Assim, de acordo com a legislação aplicável, antes que um efluente seja lançado no corpo receptor deverá haver uma redução mínima de 60% na DBO. Monitorar e adotar medidas para a redução da DBO são, portanto, medidas essenciais em uma ETE, afinal um efluente contaminado poderá causar grandes danos nos ecossistemas. Os efluentes ao adentrar uma ETE passam pelo tratamento primário, constituído basicamente por processos físico-químicos e em seguida são encaminhados ao tratamento secundário, que consiste justamente no tratamento biológico através da ação de microrganismos que decompõem a matéria orgânica poluente através do processo respiratório e reduzem a DBO. Quando realizado adequadamente, o tratamento secundário permite atingir a conformidade de um efluente com a legislação aplicável.

O tratamento biológico em uma ETE é processo o mais eficiente para a remoção da matéria orgânica dos efluentes e o uso de sua técnica requer, entre outras ações, o controle da vazão, a recirculação dos microrganismos decantados e fornecimento de oxigênio. Dentre os fatores que podem impactar esta técnica estão o pH, temperaturas, disponibilidade de nutrientes, presença de elementos tóxicos, insolação e oxigênio.

Estações de Tratamento de Água Compactas FUSATI

Para o tratamento de esgoto sanitário em residências, condomínios, restaurantes, hotéis, pousadas e outros estabelecimentos similares, as ETE’s compactas tem sido altamente recomendadas pelas áreas técnicas especializadas em tratamento de água. Seguindo os mesmos processos de tratamento de uma ETE convencional, a ETE compacta apresenta menores dimensões para atender a baixas vazões, com o diferencial da economia de espaço. Conheça as soluções de Estações de Tratamento de Água e Estações de Tratamento Compactas FUSATI.

A FUSATI é uma empresa de sólida reputação, tradicional e há mais de 35 anos dedica-se a melhora da qualidade da água. É referência no mercado e oferece soluções personalizadas industriais e comerciais com o melhor custo-benefício do mercado.

Entre em contato pelo e-mail fusati@fusati.com.br, pelo Whats App (19) 99608-0239 ou pelo telefone (19) 3301-6666 para auxiliarmos você

Decantadores

Decantadores

O Que São e Como Funcionam

Decantadores são equipamentos aplicados na remoção de partículas sólidas ou Iodos em suspensão presentes na água e nos efluentes sanitários e industriais por meio de forças gravitacionais. Com a ação da gravidade cada composto vai se depositando por camadas, do mais denso ao menos denso, até que todos estejam separados. São utilizados usualmente em estações de tratamento de água e efluentes, mas também podem ser utilizados na lavagem de veículos e processos industriais variados. Quando aplicados para a remoção de sólidos mais pesados são denominados decantadores PRIMÁRIOS e quando aplicados no tratamento biológico ou secundário do efluente são denominados decantadores SECUNDÁRIOS.

Em uma ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA (ETA), a decantação é uma das fases do processo de tratamento da água. Dentre os vários modelos de decantadores aplicados em Estações de Tratamento de Efluentes, destacam-se os decantadores LAMELARES (ou decantadores tubulares ou de alta taxa) por apresentarem alta taxa de escoamento e por possibilitarem, na maioria das vezes, menor custo de construção em comparação aos decantadores convencionais. Esses decantadores são um aperfeiçoamento dos sedimentadores com fundos múltiplos, desenvolvidos após a evidência técnica de que a eficiência do taque de sedimentação depende de sua área e não de sua profundidade.

O dimensionamento e instalação do módulo de decantação no interior dos decantadores lamelares deve ser, portanto, ponto de atenção para se tratar a quantidade de efluentes industriais gerados e atingir a redução desejada na turbidez. O que os difere dos decantadores convencionais é justamente o emprego de placas ou módulos nos seus interiores. Quando comparados sob a mesma condição operacional, os decantadores lamelares apresentam resultados de eficiência de remoção de turbidez superiores aos decantadores convencionais. Podem ser adequados para operar com partículas de diferentes densidades, desde lama de fosfato, considerada leve até sedimentação de resíduos de mineração, considerados de maior densidade.

Além disso, apresentam menor tamanho e volume, são de fácil instalação e baixa manutenção.
Assim, a escolha de decantadores lamelares pode reduzir significativamente os custos indiretos como eficiência no tratamento de efluentes, despesas de transporte e área ocupada para instalação.

Dentre suas aplicações, citamos os sistemas de tratamento de água; tratamento de águas pluviais; tratamento de água de reuso; tratamento biológico; tratamento físico-químico; precipitação de compostos metálicos e efluentes de difícil decantação.

Decantadores Lamelares FUSATI

Os decantadores Lamlares FUSATI podem ser aplicados a elevados níveis de tratamento e são de fácil e rápida instalação. Construídos com o mais alto rigor técnico e com matéria-prima de acordo com as normas aplicáveis, se traduzem em ótimas soluções para a fase da decantação.

Decantação Lamelar pode ser empregada em todos os processos em que há geração de Iodo que necessita ser removido, e, suas dimensões são especificadas em função das taxas de escoamento superficial, conforme o tipo e as características do efluente.

Decantação Lamelar pode ser empregada em todos os processos em que há geração de Iodo que necessita ser removido, e, suas dimensões são especificadas em função das taxas de escoamento superficial, conforme o tipo e as características do efluente.

A FUSATI tem a solução ideal para o tratamento da sua água. São mais de 30 anos de experiência desenvolvendo soluções personalizadas e com alta tecnologia para tratamento de água, efluentes industriais e domésticos, reuso de água com tecnologias limpas. Atuante em todo território nacional desde o projeto, fabricação, montagem e operação de estações de tratamento.

Entre em contato com a FUSATI para que nossa equipe faça um orçamento personalizado.

Envie e-mail para fusati@fusati.com.br, ou se preferir, fale com a FUSATI pelo WhatsApp (19) 99608-0239 ou pelo telefone (19) 3301-6666.

O Baixo Acesso ao Saneamento Básico no Brasil

O Baixo Acesso ao Saneamento Básico no Brasil

Um panorama sobre o acesso do brasileiro ao saneamento básico – rede de esgoto e água encanada – demonstra baixo índices de acesso aos serviços, entrave de obras paradas e a listagem de quatro motivos para este cenário. Publicada no fim de agosto de 2019 pela BBC News Brasil, a matéria assinada pela jornalista Camilla Veras Mota mostra um cenário que beira o caos em muitos municípios.

“As 400 ou 500 casas que formam Alcantil, na Paraíba, não têm água encanada. Nunca tiveram. Pelo menos uma vez por mês, o Exército abastece com um carro-pipa algumas cisternas comunitárias espalhadas pelo município de 5,3 mil habitantes e, de lá, baldes e latas d’água completam o serviço.Em 2003, um projeto capitaneado pelo governo do Estado prometia finalmente levar água para a cidade no semiárido paraibano. Mais de 15 anos depois, entretanto, ele praticamente não saiu do papel”.

A lista de empreendimentos no setor financiado pelo FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (hoje a principal fonte de recursos para financiar o saneamento no país. indica 375 obras paradas e R$ 13 bilhões de empréstimos, conforme dados de 2018. Só no assunto esgoto, o Brasil oferece redes a pouco menos da metade da população, 52,4%.

A matéria indica que a universalização da água e do esgoto prevista para 2033 pelo Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) agora tem expectativa de entrega da estrutura em 2060. Sofre a população que depende de carros pipa e fica exposta a doenças como leptospirose, disenteria bacteriana, esquistossomose, febre tifoide e cólera pela falta de tratamento de esgoto. Sofre o poder público com mais gastos relacionados à saúde em casos que poderiam ser prevenidos.

Mas por que as obras de saneamento não andam? Primeiramente pela dificuldade de acesso aos recursos já disponíveis.

“O Brasil investe por ano muito menos do que seria preciso para atingir a meta de universalização do saneamento em 2033. A média entre 2009 e 2014 foi de R$ 9,4 bilhões, quando seriam necessários R$ 15,2 bilhões por ano, conforme os cálculos da CNI.

Ainda assim, na principal fonte de financiamento do setor – o FGTS – sobram recursos”.

Segundo a repórter da BBC, em razão da burocracia no acesso ao fundo, a verba demora a chegar cerca de dois anos.

Também os projetos são mal elaborados, com baixa qualidade técnica e, quando postos em execução, tornam-se inviáveis e culminam em significantes atrasos nas obras de saneamento.

“São estudos que não levam em consideração a estrutura do solo, os índices pluviométricos do município ou o plano de ordenamento territorial (ou seja, quanto a cidade vai crescer e para onde), por exemplo.

Sem uma boa base técnica, a estimativa de custo de muitos projetos acaba sendo pouco realista e falta dinheiro para continuar a obra, ou para investir na manutenção ou na melhoria da infra estrutura”.

panorama sobre o acesso do brasileiro ao saneamento básico – rede de esgoto e água encanada – demonstra baixo índices de acesso aos serviços, entrave de obras paradas

Panorama sobre o acesso do brasileiro ao saneamento básico – rede de esgoto e água encanada –

A matéria também relata uma ´queda de braço´ entre o setor público e privado, indicando que, apesar da concordância de qual a participação de empresas privadas no saneamento é menor que o necessário, a divergência é sobre como dosar essa participação; por meio de privatização das empresas públicas de saneamento ou de concessões e parcerias público-privadas.

No tocante ao ordenamento jurídico que rege o setor, atualmente objeto de 10 projetos de lei que tramitam no Congresso, a situação também é problemática:

Exemplo: são 49 agências reguladoras diferentes, muitas vezes sem independência dos poderes locais e sem competência técnica para editar normas que balizem os cálculos para revisão das tarifas ou estabeleçam a qualidade mínima dos serviços”.

O contrato de programa, que pode ser renovado automaticamente e sem necessidade de licitação, também se apresenta como empecilho para a melhoria dos serviços:

“Isso porque, entre suas características, o contrato de programa muitas vezes não traz previsão de investimento (que obrigue as empresas a realizar obras de expansão, por exemplo) nem detalha formas de avaliação de desempenho.”

Soluções FUSATI

A matéria da BBC retrata a complexidade de projetos para tratamento de água e efluentes no Brasil. Também aponta que capacidade técnica e projetos bem elaborador são fundamentais para planejar e executar sistemas eficientes. Tudo isso cabe no nome FUSATI, marca líder no segmento, inclusive na área ambiental.

A FUSATI desenvolve suas próprias estações de tratamento de água, efluentes e esgoto. A marca apresenta sistemas que recebem as cargas poluentes de processos industriais ou mesmo de cidades, devolvendo o efluente tratado sem impacto ao meio ambiente ou mesmo para o reuso.

Além de tecnologia própria para estação de tratamento de água, a FUSATI também tem know-how para implantar sistemas de tratamento de efluentes, esgoto e reuso para indústrias, hospitais hotéis e shoppings. As estações têm tamanhos variados, inclusive modelos compactos.

Para o tratamento de esgoto doméstico para condomínios e municípios, a FUSATI também tem sistema próprio e já implementado. Um exemplo disso é a estação de tratamento feito pela empresa em Lindóia (SP), para 5.000 habitantes, com vazão de 15 litros por segundo).

Fonte: BBC Brasil

Zeólita para Tratamento da Água 

Zeólita para Tratamento da Água 

Zeolita é um elemento filtrante com ótima eficiência para tratamento físico-químico da água.

A zeólita é um mineral que vem sendo empregado no tratamento de água, principalmente em processos industriais, tratamento de água de poço, mina, rios, lagos e até mesmos para tratamento de água da rede pública. Consequência da contaminação ambiental por resíduos das indústrias ou do agronegócio tem preocupado cada vez mais e soluções têm se apresentado para eliminar substâncias altamente prejudiciais à saúde.

A zeólita, combinada com o já conhecido carvão ativado, se juntam para formar um potente elemento filtrante da água consumida por nós, humanos, e para o uso em indústrias farmacêuticas, hospitais e hotéis.

O mineral descoberto em meados de 1700 pelo sueco Freiherr Axel Frederick Cronstedt hoje é uma forma de filtragem natural. Especialistas da FUSATI Filtro de água, marca referência no segmento com mais de 35 anos no mercado, explicam que a zeólita tem estrutura cristalina e tridimensional, e tem grande eficácia para tratar água com compostos orgânicos como amônia, ferro, manganês, arsênio, cloro, inseticidas, mercúrio, cobre e solventes. Além de contribui com a melhora de qualidade da cor, sabor e turbidez da água.

“A zeólita para tratamento de água é tão eficaz quanto o carvão ativado em diversos aspectos. Isso porque ela é um componente mineral de alto potencial corretivo”, informa técnicos da FUSATI.

O que os estudos indicam sobre a água com metais pesados?

A professora universitária Fernanda Santiago Chaves Soares se debruçou nos estudos sobre o mineral, e, em 2010, registrou em seu doutorado em química analítica que “legislação ambiental do Brasil proíbe o descarte de efluentes diretamente nos cursos dos rios, lagos, oceanos. O mesmo vale para o que é colocado em contato com o solo. Tudo tem regras e seus devidos cuidados, como o tratamento físico-químico e a normalização do produto. O objetivo é a perfeita adequação à capacidade de absorção de solos e os cuidados com a contaminação de cursos de água e mananciais subterrâneos”.

Entretanto, Fernanda aponta que “estudos relativos a metais nos ecossistemas têm indicado concentrações elevadas desses elementos em muitas áreas próximas a complexos industriais urbanos e também nas áreas de agricultura altamente tecnificada”. Nessas regiões, ela lista as seguintes concentrações críticas de metais e suas consequências para o corpo humano.

Cádmio, causador de pressão alta, destruição do tecido testicular, danos aos rins, acumulação no fígado, osteomalacia.

Níquel, causador de alergias, câncer e indução de aberrações cromossomais em células.

Cromo, relacionado a problemas clínicos como câncer no pulmão, irritação nasal, dermatites.

Arsênio, causador feridas na pele que não cicatrizam, danos a órgãos vitais e câncer.

Chumbo, causador encefalopatia, neuropatia motora, convulsões, cólica adbominal aguda.

As substâncias filtradas pelo carvão ativado são: cloro, cloramina, taninos, fenol, algumas drogas, sulfato de hidrogênio e alguns outros compostos voláteis que causam odores e pequenas quantidades de metais, como ferro, mercúrio e cobre quelado.

Sobre a FUSATI Filtro de Água

Entre os filtros à venda no mercado, o filtro elaborado pela FUSATI é fabricado em aço inox, material extremamente durável, e que possibilita instalação em ambientes externos. O equipamento não consome energia elétrica, um grande diferencial para empresas, indústrias, condomínio e até residências.

Também é relevante para facilitar a rotina de serviços do condomínio que o sistema possua retrolavagem – podendo ser automatizada – e funcione com autolimpeza, atributos que constam dos filtros da FUSATI. Toda esta tecnologia da marca mantém o elemento filtrante, que tem uma boa margem de vida útil (três anos), limpo por mais tempo.

A FUSATI oferece como diferencial a instalação de um declorador (carvão ativado) e o mineral zeólita no equipamento de filtragem. O recurso é indispensável ao ramo alimentício como em restaurantes, buffets, padarias, cafeterias e cervejarias, atividades que necessitam do insumo sem quaisquer interferências químicas a fim de obter o sabor esperado para seus produtos finais.

Estações de Tratamento Compacta de Esgoto e Efluentes Atendem Condomínios, Industrias e Prédios Comerciais

Estações de Tratamento Compacta de Esgoto e Efluentes Atendem Condomínios, Industrias e Prédios Comerciais

A FUSATI desenvolve projetos que atendem a legislação ambiental e normas técnicas vigentes

Não é necessário ser uma multinacional para ter uma estação de tratamento de esgoto compacta (ETE). Existem no mercado soluções inovadoras e versões compactas do equipamento, ideais para condomínios, estabelecimentos comerciais e locais não atendidos pela rede pública. O investimento também é relevante quanto à economia de recurso hídrico para ramos de negócios como lava rápidos, clubes, restaurantes, hotéis, frigoríficos, shoppings, entre outros.

A tecnologia atual permite fazer reuso da água tratada pela ETE. Com ela é possível alimentar funções como descarga, lavagem de piso, lavagem de veículos e rega de jardim. Além de baixar custos com o consumo de água, o estabelecimento comercial ou o condomínio pode se valer de um selo sustentável ao contribuir com menor impacto ambiental porque poupa o uso de novos recursos.

Entretanto, a utilização de uma estação de tratamento de esgoto deve atender a legislação ambiental e as normas técnicas aplicáveis. Cada demanda tem suas especificidades e é preciso contratar um fornecedor qualificado para não fazer do investimento um prejuízo, destacam os especialistas do grupo FUSATI, empresa com mais de 35 anos no segmento de tratamento de água.

Por isso, a FUSATI tem soluções personalizadas para cada cliente, o que inclui projetos que levam em conta todas as necessidades, do espaço disponível ao volume demandado. ETE compacta Industrial

De acordo com a ANA (Agência Nacional de Águas), a indústria utiliza recursos hídricos como matéria-prima e reagentes; solventes de substâncias sólidas, líquidas e gasosas; lavagem e retenção de materiais contidos em misturas; veículo de suspensão e; operações evolvendo transmissão de calor.

As características dos efluentes industriais estão intimamente ligadas às composições das matérias primas que emprega, das águas de abastecimento e do processo industrial que realiza. Cada ramo de produção que emprega água no seu ciclo deve obedecer às normas ambientais conforme estabelece o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

A FUSATI destaca que os efluentes industriais requerem cuidado profissional quanto aos tratamentos específicos, o que pode incluir etapas biológicas.

“No caso desta necessidade é preciso ser cuidadoso quanto a aspectos e conceitos, como biodegradabilidade, tratabilidade, concentração de matéria orgânica, disponibilidade de nutrientes e toxidez”, explica a FUSATI.

Ter um resultado eficiente no tratamento de efluentes e contribuir com o meio ambiente só se garante com um projeto executado de forma profissional.

A FUSATI fornece estações compactas de tratamento de água e efluentes que atendem esgoto doméstico, indústrias, estabelecimentos comerciais, hospitais, shoppings e hotéis. Completa em seu segmento, a empresa também fornece biofiltros que controlam odores no processo de tratamento da água e sistemas wetlands construídos (filtragem que utiliza plantas em processos fabris).

Brasil Tem Baixo Investimento em 
Saneamento Básico, Aponta Estudo Trata Brasil

Brasil Tem Baixo Investimento em 
Saneamento Básico, Aponta Estudo Trata Brasil

A Indústria e empresas são grandes responsáveis pela poluição de rios e córregos e também precisam investir em tratamento dos efluentes e esgoto

Investimentos em água e esgoto no Brasil – 2011 a 2017

Investimentos em água e esgoto no Brasil – 2011 a 2017

Nota: Investimentos atualizados para preços de 2017 pelo IPCA. Fonte Trata Brasil

O último grande estudo no Brasil a respeito do saneamento básico revelou que os investimentos feitos em 2017 continuam os mesmos de 2011. Ou seja, pouco se avançou na distribuição e tratamento de água e de esgoto.

Dados e conclusões são do recém-divulgado Ranking do Saneamento Básico que contempla as 100 maiores cidades, onde habitam 40% da população. O estudo é do Instituto Trata Brasil e foi feito com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento Regional, pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), ano base 2017.

Os números mostram que os avanços foram pequenos, seja no Brasil ou nas 100 maiores cidades. Houve queda geral dos investimentos e manutenção do nível de concentração dos recursos nas cidades estudadas.

No Brasil, 35 milhões de brasileiros ainda não tem acesso à água tratada. Quase 100 milhões ou 47,6% da população estão sem coleta de esgotos. Do que é gerado nacionalmente, apenas 46% são tratados. Isso significa poluição e doenças ininterruptas em todo o país. E como a poluição não obedece fronteiras, os corpos de água, rios, lagos, mares, estão sujeitos à contaminação a qualquer momento.

Como Ter Água Limpa no meu Prédio, Condomínio, Empresa ou Indústria?

O estudo do Trata Brasil revela preocupação quanto à potabilidade da água que estamos usando. Além disso, especialistas da FUSATI Filtros, marca referência no segmento com mais de 35 anos no mercado, observam que mesmo tratada, a água liberada pelo sistema municipal de abastecimento pode ser contaminada pelas tubulações inadequadas, na rua e dentro do condomínio, com vazamentos ou corrosões que podem transferir vários contaminantes. A instalação de um filtro central é a solução mais indicada.

Entre os que estão à venda no mercado, o filtro elaborado pela FUSATI é fabricado em aço inox, material extremamente durável e que possibilita instalação em ambientes externos. O equipamento não consome energia elétrica e tem sistema de retrolavagem que pode ser automatizado. Toda esta tecnologia da marca preserva o elemento filtrante, que tem uma boa margem de vida útil (três anos).

A FUSATI oferece como diferencial a instalação de um declorador (carvão ativado) no equipamento de filtragem. A sua função nos sistema FUSATI é tratar e retirar o cloro residual da água, eliminando possíveis odores e sabores da água potável.

Oportunidade para Indústria Fazer um Tratamento da Água Eficaz!

O processo fabril, centros e prédios comerciais geram grande poluição do meio ambiente, principalmente rios e córregos. Empresários podem optar por tratar o efluente in loco ou pagar por caminhões de coleta. O espaço por vezes é um entrave na implantação de uma estação de tratamento de esgoto e efluente. Entretanto, a tecnologia avançou e hoje é possível ter um equipamento eficiente e compacto, atendendo as normas e legislação ambiental.

Abaixo os diferencias da FUSATI Ambiental:

Vantagens da ETE Compacta:

  • Fácil adaptação a cada projeto e necessidade
  • Trata o esgoto no próprio local de sua geração
  • Requer pequeno espaço
  • Permite o reaproveitamento da água para outras funções economizando recursos
  • É construída em conformidade com leis regulatórias
  • O custo de energia é baixo
  • Instalação e manutenção simples

Os dados do estudo do Instituto Trata Brasil e foi feito com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento Regional, pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), ano base 2017 e pode ser acessado aqui.

Fonte: Instituto Trata Brasil

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