Seja Um Ponto de Venda dos Filtros de Água FUSATI

Seja Um Ponto de Venda dos Filtros de Água FUSATI

Que tal se tornar um ponto de venda autorizado da FUSATI Filtros? Já pensou em virar parceiro de uma empresa com um legado de 37 anos na fabricação de filtros residenciais, comerciais e industriais, e cujos produtos são sinônimos de água pura, saúde, qualidade, confiança, inovação e tecnologia? 

Desde sua fundação em 1983, um dos trunfos da FUSATI Filtros tem sido a sua equipe de pontos de vendas. Ou seja, os profissionais que estão no ‘front’ dos negócios, abrindo novas frentes de mercado, divulgando, comercializando e garantindo a manutenção de toda a linha de filtros de água e tratamento de água da companhia, que está instalada na cidade de Piracicaba (SP).

Uma boa parte do sucesso da empresa é, de fato, mérito desse time qualificado que multiplica e difunde a nossa excelência no segmento. É resultado do esforço dos nossos pontos de vendas autorizados que comercializam os filtros FUSATI para residências, além de soluções de tratamento de água (potável e não potável*) comércios, condomínios, hotéis, hospitais, clubes, instituições de ensino, shopping centers, indústrias e outros negócios.  

Filtro de Água de Entrada e Central Com Válvula Manual ou Automática • Tratamento de Água • Casa, Condomínio, Prédio Residencial Comercial • Modelos com Declorador de Carvão Ativado • FUSATI Filtro de Água e Tratamento de Efluente
*Considera-se "água potável" a água distribuída pela empresa de tratamento de sua cidade.

A "água não potável" tem várias origens: Poços, água de chuva, reúso, rios, lagos, entre outros. Muitas empresas, fazendas e até mesmo condomínios utilizam essa captação de água.

A FUSATI tem o tratamento de água adequando para sua necessidade!

O ponto de venda autorizado FUSATI tem profissionais que ajudam a companhia a estabelecer vínculos de confiança, e também de amizade, com todos esses parceiros comerciais. E isso se faz tendo em mãos um catálogo de poderosos filtros. Produtos que atendem normas técnicas e legislações, que têm um ano de garantia, sistema de retrolavagem e que, principalmente, garantem a oferta contínua de água tratada e própria ao consumo humano para diversos tipos de demandas.

Oportunidade e Crescimento

Além de trabalhar com itens de qualidade e de alto poder comercial, os pontos de venda dos Filtros de Água FUSATI desfrutam de vantagens como a possibilidade de gerenciar seu próprio negócio, a flexibilidade de horários e a obtenção de ganhos significativos.   

A qualidade, a tecnologia, a credibilidade, a garantia e a eficiência dos filtros FUSATI (todos fabricados em aço inox) serão os seus grandes cartões de visita. Portanto, não é necessário ser um engenheiro ou técnico em filtração de água para trabalhar conosco.

Some-se a isso a boas doses de paixão, habilidade e vocação por vendas, e pronto! Prepare-se para ser um revendedor autorizado da FUSATI Filtros.  

Cinco vantagens de ser um revendedor autorizado

1) Valor diferenciado para aquisição dos produtos/soluções (cuja qualidade e credibilidade são reconhecidas em todo o Brasil), o que possibilita ganhos ilimitados

2) Indicação de clientes na sua região. O Departamento Comercial da FUSATI faz a indicação de clientes na região de atuação do ponto de venda autorizado

3) Fabricação própria que garante características exclusivas aos produtos FUSATI (todos com certificação técnica do Inmetro) e a possibilidade do revendedor adquirir filtros e peças de reposição direto do fabricante

4) Receita recorrente já que o relacionamento com o cliente não termina com a venda. Os pontos de venda oferecem diversos serviços de pós-venda, tais como manutenção e reposição de filtros

5) Suporte de vendas à equipe de revendedores autorizados, que vão a campo munidos de manuais e materiais de apoio técnico e comercial. E o Grupo FUSATI investe continuamente em propaganda na internet – por meio de redes sociais, do blog institucional e de campanhas no Google – impulsionando os consumidores a buscar e conhecer a marca.

Serviços de pós-venda e treinamentos

Outro diferencial dos revendedores FUSATI é sua qualificação em relação aos serviços de pós-venda e de assistência técnica, que são oferecidos a toda a linha de equipamentos da empresa. Isso garante agilidade e eficiência aos atendimentos.

Para o seu time de revendedores, a FUSATI oferece treinamento para a manutenção preventiva e corretiva de filtros e outros equipamentos. A premissa do Grupo FUSATI é a venda de produtos de qualidade comprovada associada à excelência de serviços pós-venda. Essa filosofia reforça a credibilidade e a confiança dos consumidores na marca.

Estações de Tratamento de Água


Os Pontos de venda FUSATI também recebem qualificação específica para o serviços de pós-venda e manutenção das Estações de Tratamento de Água, Esgoto e Efluentes Industriais – Sistemas fabricados pela FUSATI Ambiental com altos padrões industriais e regulatórios.

Essa capacitação é fundamental nos casos em que a FUSATI assume a responsabilidade pela implantação e gestão de estações de tratamento de água, de esgoto e de água de reúso. Esse tipo de operação – que desobriga o cliente de preocupações como, por exemplo, abastecimento, qualidade da água, legislações ambientais e a manutenção da unidade – gera lucros, eficiência e otimiza os processos industriais.

Os contratos de manutenção preventiva e corretiva de unidades de ETA, ETE e ETEI podem ser firmados nas modalidades bimestral, anual ou na forma de visitas eventuais, conforme a conveniência e a demanda do cliente.  

Uma especializada equipe de engenheiros, desenvolvedora de soluções inovadoras e tecnológicas, oferece treinamento para a operação dessas estações de tratamento. Além do mais, a FUSATI Ambiental oferece consultoria para casos de avaliação de instalações existentes, propondo otimizações e melhorias que resultem em eficiência, economia e sustentabilidade.

Saiba mais!

O Grupo Fusati é composto pela FUSATI Filtros e pela FUSATI Ambiental.

A FUSATI Filtros é uma empresa que atua em todo o território nacional. Sua vocação é o desenvolvimento, a fabricação e a comercialização de filtros e tratamento de água para todos os tipos de necessidades residenciais, comerciais e industriais

Paralelamente, a divisão coirmã FUSATI Ambiental é a responsável pelo projeto, implantação e gerenciamento de Estações de Tratamento de Água (ETA), Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) e Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEI), sistemas que atendem demandas do setor privado e de municípios.  

Venha nos conhecer!

Se você tem o espírito empreendedor, e vontade de trabalhar com uma marca cujo principal cartão de visita é a sua credibilidade, entre em contato conosco.

Para mais informações sobre como tornar-se um revendedor, preencha formulário de contato aqui.

Filtro Central: Água Tratada e Segura Para Condomínios

Filtro Central: Água Tratada e Segura Para Condomínios

Qualidade de vida, conforto, bem-estar e segurança. Quem faz a opção de morar em condomínios, sejam eles verticais ou horizontais, normalmente toma esta decisão baseada nesses parâmetros sociais. Mas sempre dando importância e destaque especiais à questão da segurança em seus diferentes aspectos: pessoal, econômica, patrimonial e sanitária. Neste último caso, está embutida a certeza do fornecimento de água tratada e segura para o consumo humano.

Condomínios horizontais ou prédios demandam grandes volumes de água de qualidade para uma série de necessidades, que vão desde o abastecimento de suas unidades (casas ou apartamentos) até a utilização em áreas sociais, jardins, piscinas, bebedouros, sanitários e outros pontos de fornecimento. A água tratada é um insumo essencial para os condomínios.

De acordo com dados do Instituto Trata Brasil, entidade que desenvolve ações em prol da universalização do saneamento básico e da proteção dos recursos hídricos, 83,62 % dos brasileiros são atendidos por sistemas de abastecimento de água tratada. E provavelmente todos os condomínios estejam conectados a redes de fornecimento de água, que são administradas por empresas estatais ou autarquias.

Na teoria, então, a água potável não seria um problema para a população que reside em condomínios. Mas na prática não é bem assim, já que nem sempre a água que percorre as tubulações das redes de abastecimento e chega às torneiras e chuveiros das residências apresenta boas condições físicas, químicas e biológicas.

Embora seja tratada e, portanto, considerada potável, a água de fornecimento público pode conter impurezas indesejáveis e prejudiciais à saúde humana. Isso ocorre porque durante os processos de captação, tratamento e distribuição da água – que são realizados por meio de sistemas de tubulação, bombas, válvulas, filtros, reservatórios e outros equipamentos hidráulicos – eventualmente surgem substâncias orgânicas, sedimentos e outros resíduos que são transportados pela água através dos canos.

A água proveniente da rede de distribuição pode ser contaminada por uma série de causas: vazamentos, trincas em adutoras, ferrugem, acúmulo de lodo, incrustações, descarga de poluentes em mananciais, problemas técnicos na Estação de Tratamento de Água (ETA), complicações durante os serviços de manutenção, dosagem errada de produtos químicos na fase de tratamento e outros fatores que comprometem a potabilidade da água.

Danos à saúde e ao bolso

Todos esses agentes contaminantes, ocasionalmente podem desencadear problemas de saúde nas pessoas que consomem esse tipo de água – com suas propriedades naturais comprometidas – em atividades diárias como banhos, escovação de dentes, higienização de alimentos, louças e utensílios, lavagem de roupas e outras ações.

Nem mesmo a água que bebemos para matar a sede, proveniente de galões de água mineral e de purificadores, está totalmente imune de impurezas.

Barreira de Filtração e Tratamento da Água

Para a garantia da oferta de água confiável e de qualidade, a solução definitiva para condomínios é o Filtro de Água Central. Instalado após o ponto de conexão da rede de abastecimento, esse tipo de equipamento – que é construído em estrutura de aço inox – atua como uma eficaz barreira contra todos esses elementos nocivos à saúde. Depois de tratada e filtrada, a água então é distribuída para todos os pontos de saída de água.

Com a extração de impurezas, outro benefício gerado pelo Filtro de Água Central é a preservação do mecanismo hidráulico (encanamento, registros, caixas d’água e outros dispositivos) e de equipamentos como máquinas de lavar (roupa e louça), chuveiros, torneiras e bebedouros, que também podem ser danificados pela presença de resíduos na água.

As vantagens de um Filtro Central

  • oferta contínua de água potável, segura e livre de impurezas;
  • remoção de sedimentos, partículas orgânicas e outros resíduos;
  • aumento da vida útil de torneiras, registros, válvulas;
  • diminuição da frequência da limpeza da caixa d’água;
  • dispensa as manutenções frequentes
  • funciona sem a utilização de energia elétrica
  • equipado com o recurso de retrolavagem
  • adaptável conforme o volume de vazão do condomínio
  • oferece excelente relação custo x benefício
  • conformidade com normas técnicas e legislações ambientais

Saiba mais sobre o Filtro de Água Central

Consulte a equipe da FUSATI Filtros, conheça a linha completa de produtos da empresa e descubra o Tratamento e água e/ou esgoto ideal que atende às necessidades específicas do seu condomínio.

Fonte Imagem: FUSATI. Tratamento de água em condomínio de Jundiaí

Uma Nova Era do Saneamento Básico no Brasil

Uma Nova Era do Saneamento Básico no Brasil

O Brasil deu um passo importante em direção à universalização da oferta de água tratada, da coleta e do tratamento de esgoto. O Senado aprovou, no dia 25 de junho, o novo marco regulatório do saneamento básico no país (PL 4.162/2019). Com isso, o governo federal estima a injeção de R$ 700 bilhões no setor até 2033, o desenvolvimento da infraestrutura nacional e a melhoria da qualidade de vida para milhares de brasileiros que, lamentavelmente, ainda sofrem com a falta de água tratada e de um sistema adequado de esgotamento sanitário.

Agora o projeto – que já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados em dezembro de 2019 – segue para a sanção presidencial. Depois da canetada oficial, espera-se que nos próximos anos a nova legislação promova a evolução setorial e, finalmente, resolva o problema de 34 milhões de brasileiros que vivem sem o fornecimento de água tratada e outros 100 milhões de compatriotas que ainda não possuem acesso ao serviço de esgoto. 

Em linhas gerais, o novo marco do saneamento básico estabelece metas para a implantação das melhorias e favorece a maior participação do setor privado nas operações envolvendo água e esgoto. Tudo isso mediante condições como a necessidade de abertura de licitações, o cumprimento de prazos e metas, a não interrupção dos serviços, a regulação por parte da Agência Nacional das Águas (Anac), datas para o fechamento de lixões (estipuladas conforme o tamanho da cidade) e outras diretrizes. O sinal verde ao PL e à privatização foi dado por 65 senadores, enquanto outros 13 parlamentares votaram contra a matéria.  

Na avaliação de especialistas e autoridades do setor hídrico, o novo marco regulatório vai agregar segurança jurídica e regulatória, atrair investidores (nacionais e internacionais), implantar e/ou aperfeiçoar os sistemas de tratamento de água/esgoto e, dessa maneira, melhorar as condições de vida da população hoje desassistida quanto à oferta de água própria para consumo humano e de redes de esgoto.

De acordo com o Instituto Trata Brasil – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) que trabalha em prol dos avanços do saneamento básico e da proteção dos recursos hídricos do país –, hoje o país possui 13 milhões de crianças e adolescentes sem acesso aos serviços de saneamento básico. E cálculos da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que, a cada ano, cerca de 15 mil brasileiros morrem e outros 350 mil são internados em decorrência de doenças associadas ao déficit de saneamento básico no país.

Segundo estabelece o marco do saneamento, as metas de universalização que devem ser cumpridas até 2033 incluem a cobertura de 99% da população para o fornecimento de água potável e de 90% para a coleta e tratamento do esgoto.

O governo federal ainda argumenta que, além da saúde pública, a universalização do saneamento básico trará impactos positivos na esfera da educação, na geração de empregos e na economia de recursos dos cofres públicos. O relator do PL, inclusive citou um dado da OMS que indica que a cada R$ 1,00 investido em saneamento básico são economizados R$ 4,00 em gastos futuros com a saúde.

Por fim, o governo também aposta que a modernização do saneamento básico do Brasil, e o volume de investimentos que virá a reboque, serão importantes para a retomada da economia nacional nos tempos pós-pandemia da Covid-19. 

Corrida Pelo Saneamento Básico

Em nome de um bem-estar nacional, empresas, municípios e outros ‘players’ que desenvolvem atividades ligadas ao saneamento básico serão obrigados a planejar, desenvolver projetos, investir em soluções como, por exemplo, Estações de Tratamento de Água (ETA) e Estações de Tratamento de Esgoto (ETE), e cumprir os cronogramas impostos pelo novo marco para a obtenção das metas.  

Nessa necessária e urgente corrida pela melhoria do saneamento básico no Brasil, a demanda de empresas de pesquisa, prestadoras de serviços e fabricantes de equipamentos e tecnologias para os setores de água e esgoto deve aumentar sensivelmente nos próximos 12 anos. As oportunidades de negócio serão multiplicadas. E as corporações já consolidadas no mercado, que dispõem de tecnologia, credibilidade, conhecimento e times capacitados, já largam com vantagem indiscutível.   

Em tempo: além de propiciar a melhoria das condições sócio-sanitárias da população brasileira – atributos obrigatórios para qualquer país aspirante a uma cadeira no rol das nações desenvolvidas -, não custa ressaltar que o marco regulatório do saneamento trará benefícios ao meio ambiente, na medida que prevê o tratamento de 99% do esgoto antes de sua devolução à natureza (rios, ribeirões, lagos e outros mananciais). Quer dizer, a nova legislação também se apresenta como uma ferramenta oficial fomentadora de sustentabilidade. Basicamente, a nova lei do saneamento básico permite a seguinte leitura panorâmica: a melhoria dos aspectos sanitários, somada à ampliação da oferta de serviços/tecnologias e à maior proteção da natureza, seguramente alçará o Brasil a um novo patamar de progresso.

fonte das imagens: Senado Federal

Empreendimentos com 100% de água pura

Empreendimentos com 100% de água pura

Versatilidade, qualidade tecnológica, economia, eficiência operacional e a garantia de água potável abundante. Esses são alguns dos atributos dos Filtros Centrais de Água fabricados com a chancela do Grupo FUSATI para indústrias, hotéis, hospitais, aeroportos, laboratórios, escolas, clubes, shopping centers, frigoríficos, condomínios (comerciais e residenciais), restaurantes, outros estabelecimentos e espaços sociais.

Para a maioria dessas instituições, a água de qualidade é um valioso insumo. E no caso específico de algumas empresas, a água é uma matéria-prima essencial pois está intimamente ligada à atividade/negócio principal (“core business”) delas.

Pense nisso: É concebível uma companhia fabricante de laticínios, ou de bebidas, utilizar água de má qualidade, com mau sabor, odor ruim, resíduos de toda espécie e propriedades químicas inadequadas em seus processos industriais? Nunca! Isso comprometeria a qualidade final de seus produtos e, sem dúvida, desagradaria seus consumidores. Dependendo do caso, poderia evoluir para complicações mais graves como fiscalizações e autuações por parte das autoridades sanitárias, o desgaste da imagem institucional da companhia e a partida de acionistas insatisfeitos. 

Tomando outro negócio como exemplo, o setor de hotelaria também canaliza atenção especial em relação à origem e à qualidade da água. Afinal, hotéis têm a obrigação de garantir água pura a seus hóspedes desde o momento do “check in” até a sua partida – em dispositivos como torneiras, chuveiros, piscinas, banheiras, aquecedores e bebedouros, e em áreas operacionais internas como cozinhas, lavanderias, Spas e saunas.

De fato, a necessidade de disponibilizar água própria para o consumo humano, segura e livre de impurezas, está obrigatoriamente embutida nos manuais de gestão desses e outros tantos empreendimentos que têm um grande fluxo de pessoas em suas dependências no dia a dia.

Para satisfazer essa demanda institucional, a FUSATI Filtros desenvolve e comercializa Filtros Centrais de Água para clientes de todos os setores da cadeia produtiva – empresas, indústrias, comércio, agentes do agronegócio -, e também do segmento residencial (condomínios). Para cada necessidade particular, a FUSATI possui uma solução desenvolvida com “know how” tecnológico e a credibilidade de uma companhia que há mais de três décadas é líder de mercado em seu segmento.

Esse trabalho de desinfecção e purificação da água é executado pelos eficientes e funcionais filtros de entrada – Filtro de Água Comercial, Filtro de Água Industrial e Filtro de Água Para Condomínios –, equipamentos que funcionam conectados na rede interna de abastecimento. Isso significa que são instalados após a entrada de água do abastecimento público (o hidrômetro).

Filtros de Água FUSATI em ação

Em funcionamento, os filtros FUSATI atuam como poderosas centrais de captação, tratamento, filtragem e distribuição de toda a água oriunda da rede pública de abastecimento. Após ser submetida aos elementos filtrantes (cristais de quartzo) no interior dos filtros centrais, a água devidamente tratada é posteriormente distribuída para os diversos pontos do empreendimento – reservatórios, tanques, torneiras, pias, descargas, chuveiros, bebedouros e outros dispositivos hidráulicos. 

Essa família de filtros da FUATI trabalha 24 horas por dia para fornecer água cristalina, segura e livre de impurezas. O processo de filtragem destes equipamentos retém resíduos de areia, argila, lodo, algas e outras partículas de sujeira.

E se houver a necessidade, a FUSATI também possui modelos de filtros que dispõem de recursos que executam a remoção de cloro (decloração) e de ferro e manganês (desferrização). Os filtros equipados com estes dois recursos são opções recomendadas para fábricas e empresas situadas em regiões não atendidas pela rede de abastecimento, razão pela qual são obrigadas a coletar água de rios, lagos e poços artesianos e outras fontes naturais.

Por causa da excelência de seus filtros, o Grupo FUSATI – que está instalado na cidade de Piracicaba (SP) – se consolidou em seu segmento como uma patente associada à credibilidade e à qualidade de seus produtos e soluções. Legado esse construído graças à relação mútua de confiança entre a FUSATI e seus clientes, que reconhecem a trajetória da marca, a tecnologia de seus filtros e a certeza do produto final (água pura!).

Por que ter um Filtro de Água Central?

Os Filtros Centrais de Água fabricados pela FUSATI oferecem um pacote de vantagens a seus proprietários e usuários. Essas são algumas delas:

  • fornece água potável, cristalina e segura para consumo humano
  • fabricado com estrutura de aço inox, que garante robustez e maior durabilidade
  • elimina odores, substâncias orgânicas, químicas e resíduos indesejáveis
  • reduz custos de manutenção em torneiras, registros, chuveiros, válvulas, bombas d’água e outros dispositivos
  • função retrolavável de fácil operação, que aumenta vida útil do filtro e diminui gastos com assistência técnica
  • diminui as interferências nos processos industriais
  • possui certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro)
  • conformidade com legislações e normas técnicas brasileiras

Você sabia?

Além da FUSATI Filtros, o Grupo FUSATI também possui uma divisão desenvolvedora de Estações de Tratamento de Água (ETA), Estação Compacta de Esgoto (ETE) e Efluentes Industriais (ETEI) e outras soluções na área de saneamento, a FUSATI Ambiental.

Saneamento Básico: Desafios e Soluções

Saneamento Básico: Desafios e Soluções

Em 2015, o Brasil foi signatário de um acordo internacional firmado na Organização das Nações Unidas (ONU), uma agenda que inclui 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Esse conjunto de compromissos estabeleceu os rumos e diretrizes para as próximas décadas do planeta em áreas como trabalho, erradicação da pobreza, meio ambiente, paz, justiça, combate à fome, cidades sustentáveis, saúde e outras. Especificamente a ODS 6, que diz respeito à água potável e ao saneamento básico, definiu metas que devem ser cumpridas até 2030.

Mas, infelizmente, o Brasil está derrapando na promessa de universalizar o saneamento básico nos próximos 10 anos e, assim, cumprir o prazo estabelecido pela ONU. O mesmo acontece internamente, pois o país também está distante de honrar o compromisso da universalização proposto pelo Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) até 2033.

As metas relacionadas à água tratada, coleta e tratamento de esgotos estão longe de serem alcançadas, adverte o Ranking do Saneamento Básico 2020 – levantamento realizado pelo Instituto Trata Brasil, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) que é composta por empresas com interesse nos avanços do saneamento básico e na proteção dos recursos hídricos do país.

Essa recente radiografia do saneamento brasileiro – realizada junto às 100 maiores cidades do Brasil – foi produzida com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), ano base 2018, do Ministério das Cidades. E o diagnóstico foi que o saneamento básico no país está estagnado.

O Ranking do Saneamento Básico 2020 explicitou alguns velhos e conhecidos problemas da nação: o desabastecimento de água, que atinge 35 milhões de pessoas (16,38% da população, que equivale a três vezes a população de Portugal); a falta de coleta de esgoto, que afeta mais de 100 milhões de habitantes (46,85% da população); e o baixo índice volume de esgoto tratado, somente 46% do total gerado no país.

Diariamente, esses e outros indicadores se materializam em sofrimento para uma grande parcela da população do Brasil. A todo instante os noticiários apresentam reportagens sobre essas mazelas, exibindo imagens de torneiras secas, de pessoas percorrendo grandes distâncias (com baldes e latas a tiracolo) à procura de água potável, de esgotos correndo a céu aberto, de gente adoecida com leptospirose, disenteria bacteriana, esquistossomose, febre tifoide, cólera e outros males causados pelo consumo de água contaminada.

“Em 2018, o Brasil inteiro despejou na natureza 5.715 piscinas olímpicas de esgoto sem tratamento por dia. Por ano, esse número ultrapassa 2 milhões de piscinas olímpicas de esgoto despejadas de forma indevida”, alerta um dos trechos da última edição do Ranking do Saneamento Básico.

Déficit de investimentos e obras paradas

Em outra ponta do problema, está o investimento público em saneamento básico, que é notadamente deficitário no país. Entre 2009 e 2014, o aporte anual médio no setor girou em torno de R$ 9,4 bilhões, quando o ideal seria R$ 15,2 bilhões por ano, segundo cálculos da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Além disso, há muitas obras ligadas ao setor de saneamento espalhadas pelo país que simplesmente estão paradas. Um levantamento divulgado no final de 2019, apontou que havia R$ 13,5 bilhões em obras paralisadas no Brasil, envolvendo quase 1.000 contratos planejados com recursos públicos.

E agora, o advento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) provavelmente vai agravar ainda mais o carente cenário do saneamento básico do Brasil. Por tempo indeterminado, deve manter (ou piorar!) a situação precária da população desfavorecida, complicar a vida de gestores públicos e frear o tão esperado avanço da oferta de água tratada e de esgotamento sanitário.

Multiplicadores de bons exemplos ambientais

Nesse panorama desafiador – que ainda engloba a necessidade de incremento de ações na área da educação ambiental -, vale salientar que a adoção de práticas saudáveis por organizações privadas e instituições públicas, em relação ao tratamento de seus esgotos e efluentes, se tornam bastante importantes.

Empresas, indústrias, hotéis, hospitais, shopping centers e outros negócios que possuem dispositivos próprios para essas finalidades – como Estações de Tratamento de Água (ETA), Estações de Tratamento de EsgotoCompacta (ETE) e Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEI) – contribuem diretamente com a preservação do meio ambiente e, de certa maneira, agem positivamente como exemplos a serem seguidos na área de saneamento.

Com mais de 30 anos de atuação no mercado, o Grupo FUSATI atende essa demanda sócio-ambiental corporativa desenvolvendo eficientes soluções para as mais diversas modalidades de tratamento de água, esgoto e águas residuais.

Por meio da divisão FUSATI Ambiental, projeta e fabrica ETA, ETE e ETEI para satisfazer as necessidades específicas de cada cliente. O catálogo de produtos e soluções da empresa inclui unidades convencionais, customizadas, compactas e/ou integradas. Todas desenvolvidas com alta tecnologia, ‘expertise’, amplo conhecimento do setor e total obediência às normas e legislações que regem a construção, a instalação e a operação de unidades de tratamento de resíduos líquidos (esgotos e efluentes).

Além de colaborar com a melhoria dos índices de saneamento básico do Brasil, em seus microambientes as Estações de Tratamento da FUSATI fazem exatamente aquilo que devia ser um mantra nacional: preservar os recursos hídricos.

As Redes de Esgoto e a Importância das ETEs

As Redes de Esgoto e a Importância das ETEs

A indisponibilidade e os serviços deficitários de esgoto público ainda são problemas notórios no Brasil. Em pleno século 21, o país ainda não consegue oferecer a toda a sua população redes de coleta e tratamento de esgoto e, consequentemente, condições adequadas de saneamento básico.

Esta é uma abrangente questão de saúde pública que envolve escassez de recursos, negligência do poder público, a inexistência de estratégias de urbanização mais eficientes e a falta de compromisso e conscientização de uma parcela da população, entre outros fatores.

De acordo com estatísticas do Instituto Trata Brasil, organização da sociedade civil de interesse público (Oscip), cerca de 47% da população brasileira vive em lugares sem coleta de esgoto. Isso significa que quase 100 milhões de pessoas não têm acesso a esse tipo de serviço essencial. Outro indicador preocupante dá conta que 31 cidades entre os 100 maiores municípios do Brasil têm menos de 60% de seus habitantes com coleta de esgoto.

Além das sequelas sociais, como a piora da qualidade de vida da população e a proliferação de doenças, a não-universalização das redes de esgoto no país também causa prejuízos e impactos desastrosos ao meio ambiente.

Quer dizer, sem o devido tratamento os esgotos são descarregados de maneira irregular em mares, rios, lagos, córregos e ribeirões, provocando estragos não somente nesses mananciais mas também de maneira expansiva à flora e à fauna existentes no entorno desses locais.

Independente das deficiências de infraestrutura do país, todo proprietário de imóvel tem responsabilidades quanto ao esgotamento sanitário. Basicamente, são duas obrigações:

  • 1) fazer a conexão de seu esgoto doméstico à rede coletora pública, com a utilização de dispositivos como tubulações, caixa de gordura, caixa de passagem e outros materiais em suas instalações prediais;
  • 2) caso não haja uma rede de esgoto na rua ou bairro, o cidadão deve providenciar a implantação de um sistema de tratamento independente (fossa séptica, filtro anaeróbio e sumidouro).

Essas explicações estão contidas na Lei Nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007, o instrumento legal que estabelece diretrizes para o saneamento básico no país. O parágrafo 1º do Artigo 45 da lei salienta que na ausência de redes públicas de saneamento básico “serão admitidas soluções individuais de abastecimento de água e de afastamento e destinação final dos esgotos sanitários, observadas as normas editadas pela entidade reguladora e pelos órgãos responsáveis pelas políticas ambiental, sanitária e de recursos hídricos”.

Tal legislação também frisa a proibição de descarte de águas pluviais (coletadas por meio de calhas e ralos residenciais) na rede de esgoto. Porém, no Brasil esse tipo de ligação clandestina é recorrente, causando danos ao sistema de esgoto que fica sobrecarregado ao receber água em excesso.

Geralmente, os efeitos colaterais disso são o entupimento da rede, o rompimento de tubulações e transbordamentos.

Nesse cenário nacional do saneamento básico, infelizmente ainda pontuado pelo déficit de redes coletoras de esgoto e ligações irregulares, cada vez mais emerge a importância de equipamentos como as compactas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEIs) soluções tecnológicas ideais para indústrias, hospitais, clubes, condomínios, restaurantes, frigoríficos, hotéis e estabelecimentos de outras naturezas comerciais e/ou institucionais.

Funcionais e Geradoras de Lucros

Estação Compacta de Tratamento FUSATI

As ETEs e ETEIs são essenciais para todo e qualquer tipo de negócio que necessita tratar o esgoto gerado em suas dependências e os resíduos industriais (decorrentes dos processos fabris) para, posteriormente, despejá-los na natureza – rios, ribeirões e outros corpos d’água -, conforme especificações técnicas, químicas e biológicas estabelecidas por normas oficiais e fiscalizadas por órgãos reguladores.

Com projetos versáteis conforme o tipo de necessidade e o volume de esgoto e de efluentes industriais a serem tratados, essas unidades são recomendadas tanto em áreas que dispõem de rede de esgoto quanto em lugares desprovidos desse tipo de infraestrutura sanitária.

Algumas das muitas vantagens dessas estações compactas são a capacidade de instalação em lugares pequenos, o baixo custo de energia, a manutenção descomplicada e a geração de água de reúso para ações secundárias como descargas de sanitários, limpeza de áreas externas e irrigação de jardins.

Num ambiente de negócios globalizado, competitivo e que supervaloriza e enaltece políticas e processos éticos do ponto de vista ambiental, as ETEs e ETEIs se apresentam como soluções indispensáveis. Hoje, é sensato afirmar que empresas/instituições que possuem e mantêm sistemas próprios para o tratamento de esgotos e efluentes, a exemplo dessas duas soluções, se posicionam passos à frente do “senso comum” empresarial na gestão interna de efluentes e do saneamento básico.

Estação de tratamento de esgoto e Efluente Industrial Combinada

créditos:

Imagens 3D: FUSATI

Fotografia Banner: Aviavlad

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