As Redes de Esgoto e a Importância das ETEs

As Redes de Esgoto e a Importância das ETEs

A indisponibilidade e os serviços deficitários de esgoto público ainda são problemas notórios no Brasil. Em pleno século 21, o país ainda não consegue oferecer a toda a sua população redes de coleta e tratamento de esgoto e, consequentemente, condições adequadas de saneamento básico.

Esta é uma abrangente questão de saúde pública que envolve escassez de recursos, negligência do poder público, a inexistência de estratégias de urbanização mais eficientes e a falta de compromisso e conscientização de uma parcela da população, entre outros fatores.

De acordo com estatísticas do Instituto Trata Brasil, organização da sociedade civil de interesse público (Oscip), cerca de 47% da população brasileira vive em lugares sem coleta de esgoto. Isso significa que quase 100 milhões de pessoas não têm acesso a esse tipo de serviço essencial. Outro indicador preocupante dá conta que 31 cidades entre os 100 maiores municípios do Brasil têm menos de 60% de seus habitantes com coleta de esgoto.

Além das sequelas sociais, como a piora da qualidade de vida da população e a proliferação de doenças, a não-universalização das redes de esgoto no país também causa prejuízos e impactos desastrosos ao meio ambiente.

Quer dizer, sem o devido tratamento os esgotos são descarregados de maneira irregular em mares, rios, lagos, córregos e ribeirões, provocando estragos não somente nesses mananciais mas também de maneira expansiva à flora e à fauna existentes no entorno desses locais.

Independente das deficiências de infraestrutura do país, todo proprietário de imóvel tem responsabilidades quanto ao esgotamento sanitário. Basicamente, são duas obrigações:

  • 1) fazer a conexão de seu esgoto doméstico à rede coletora pública, com a utilização de dispositivos como tubulações, caixa de gordura, caixa de passagem e outros materiais em suas instalações prediais;
  • 2) caso não haja uma rede de esgoto na rua ou bairro, o cidadão deve providenciar a implantação de um sistema de tratamento independente (fossa séptica, filtro anaeróbio e sumidouro).

Essas explicações estão contidas na Lei Nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007, o instrumento legal que estabelece diretrizes para o saneamento básico no país. O parágrafo 1º do Artigo 45 da lei salienta que na ausência de redes públicas de saneamento básico “serão admitidas soluções individuais de abastecimento de água e de afastamento e destinação final dos esgotos sanitários, observadas as normas editadas pela entidade reguladora e pelos órgãos responsáveis pelas políticas ambiental, sanitária e de recursos hídricos”.

Tal legislação também frisa a proibição de descarte de águas pluviais (coletadas por meio de calhas e ralos residenciais) na rede de esgoto. Porém, no Brasil esse tipo de ligação clandestina é recorrente, causando danos ao sistema de esgoto que fica sobrecarregado ao receber água em excesso.

Geralmente, os efeitos colaterais disso são o entupimento da rede, o rompimento de tubulações e transbordamentos.

Nesse cenário nacional do saneamento básico, infelizmente ainda pontuado pelo déficit de redes coletoras de esgoto e ligações irregulares, cada vez mais emerge a importância de equipamentos como as compactas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEIs) soluções tecnológicas ideais para indústrias, hospitais, clubes, condomínios, restaurantes, frigoríficos, hotéis e estabelecimentos de outras naturezas comerciais e/ou institucionais.

Funcionais e Geradoras de Lucros

Estação Compacta de Tratamento FUSATI

As ETEs e ETEIs são essenciais para todo e qualquer tipo de negócio que necessita tratar o esgoto gerado em suas dependências e os resíduos industriais (decorrentes dos processos fabris) para, posteriormente, despejá-los na natureza – rios, ribeirões e outros corpos d’água -, conforme especificações técnicas, químicas e biológicas estabelecidas por normas oficiais e fiscalizadas por órgãos reguladores.

Com projetos versáteis conforme o tipo de necessidade e o volume de esgoto e de efluentes industriais a serem tratados, essas unidades são recomendadas tanto em áreas que dispõem de rede de esgoto quanto em lugares desprovidos desse tipo de infraestrutura sanitária.

Algumas das muitas vantagens dessas estações compactas são a capacidade de instalação em lugares pequenos, o baixo custo de energia, a manutenção descomplicada e a geração de água de reúso para ações secundárias como descargas de sanitários, limpeza de áreas externas e irrigação de jardins.

Num ambiente de negócios globalizado, competitivo e que supervaloriza e enaltece políticas e processos éticos do ponto de vista ambiental, as ETEs e ETEIs se apresentam como soluções indispensáveis. Hoje, é sensato afirmar que empresas/instituições que possuem e mantêm sistemas próprios para o tratamento de esgotos e efluentes, a exemplo dessas duas soluções, se posicionam passos à frente do “senso comum” empresarial na gestão interna de efluentes e do saneamento básico.

Estação de tratamento de esgoto e Efluente Industrial Combinada

créditos:

Imagens 3D: FUSATI

Fotografia Banner: Aviavlad

Reúso de Água de Lavanderia: Lucros e Respeito Ambiental

Reúso de Água de Lavanderia: Lucros e Respeito Ambiental

Lucro, eficiência e ética ambiental ao alcance das lavanderias

Dados de um levantamento recente do Sindicato Intermunicipal de Lavanderias no Estado de São Paulo (Sindilav) apontam a existência de cerca de 8.000 lavanderias domésticas e industriais em todo o Brasil. Além deste indicador quantitativo e global, tal pesquisa fornece informações sobre uma série de características e aspectos das empresas do setor como: geração de empregos, faturamento, parque industrial, tecnologias disponíveis, perfil da clientela, estimativas, potencial de crescimento nos próximos anos e a necessidade de compromisso com a preservação do meio ambiente. Particularmente com o uso racional de seu principal insumo, a água, e sua posterior reutilização.

Uma parcela dos empresários do segmento das lavanderias já possui algum tipo de sistema de reúso de água em seus negócios. Desde então, desfrutam das vantagens que vêm a reboque dessa escolha: lucros, eficiência, poupança significativa do recurso hídrico e sustentabilidade. Enfim, comprovaram que o reaproveitamento de seus efluentes gera um contínuo ciclo virtuoso em seus estabelecimentos. 

Entre as 8.000 lavanderias brasileiras, cerca de 6.000 são as denominadas domésticas, ou aquelas que atendem demandas do consumidor final como a lavagem de peças de vestuário, roupas de cama, mesa e banho, cortinas, estofados e carpetes.

Enquanto isso, outras 2.000 são as chamadas lavanderias industriais, estruturas que atendem hospitais, hotéis, motéis e restaurantes, que realizam a lavagem de roupas profissionais, EPIs (equipamentos de proteção individual) e de peças produzidas pela indústria de confecção (jeans e outras).  

As lavanderias que dispõem de tecnologia de reúso da água são tecnicamente capacitadas para realizar o tratamento de grandes volumes de águas residuais. São dotadas de equipamentos específicos para a remoção de resíduos sólidos, cloros, detergentes, sabões, corantes, solventes, amaciantes, surfactantes e ácidos, entre outros insumos presentes nos efluentes brutos produzidos pelas lavanderias.

A remoção desses e de outros elementos poluentes é realizada por Estações Compactas de Tratamento de Água (ETA), unidades projetadas e desenvolvidas conforme especificidades e necessidades de cada lavanderia ou negócio empresarial. 

A restauração da água em lavanderias que são equipadas com ETAs inclui etapas como a remoção de resíduos sólidos, do lodo e de óleos, procedimentos físico-químicos (para o ajuste da alcalinidade, o controle de material orgânico, vírus e bactérias), coagulação, floculação, decantação, cloração, filtração e a desinfecção. Após esses processos, a água é bombeada para o reservatório principal e novamente está pronta para ser reutilizada na lavanderia. Isso garante economia e, praticamente, a autossuficiência da lavanderia em relação ao sistema público de abastecimento de água. 

Nos tempos recentes, matérias publicadas na mídia têm relatado casos de lavanderias que reduziram drasticamente suas despesas com a conta de água (de abastecimento público) e se tornaram mais eficientes e competitivas após a implantação de suas próprias estações de tratamento e reúso. Os percentuais de economia verificados nessas lavanderias iniciam em 30% e chegam até incríveis 90% – a exemplo da Lavanderia Alba, de Cuiabá, cujo “case” de sucesso foi apresentado pela Agência Sebrae de Notícias.   

Menções de destaque também foram direcionadas às lavanderias hospitalares, que nesses dias de pandemia do novo coronavírus tiveram o seu papel e importância exaltados por porta-vozes do alto escalão político brasileiro, especialmente do Ministério da Saúde. O governo federal classificou as lavanderias hospitalares como um dos negócios primordiais no enfrentamento do Covid-19, em sua missão de garantir a assepsia e a desinfecção de roupas, lençóis, toalhas, campos e paramentos médicos.

A otimização da gestão da água em lavanderias (domésticas ou industriais) sempre foi um diferencial estratégico neste setor empresarial. Mas hoje, neste mundo de negócios cada vez mais criativos e competitivos, e também suscetíveis a instabilidades econômicas (vide os dias atuais!), trata-se de um trunfo básico e indispensável. 

Nesse panorama, o retroabastecimento de lavanderias com suas próprias águas residuais – devidamente coletadas, tratadas e armazenadas conforme legislações e normas técnicas vigentes –, traz benefícios múltiplos. além de garantir a excelência e a qualidade dos serviços ofertados ao consumidor (roupas e outras peças de tecido devidamente limpas, odorizadas e higienizadas), torna esse tipo de negócio mais inteligente, funcional e responsável em relação ao uso racional da água, sua matéria-prima vital.

FATURAMENTO E PERSPECTIVAS

A pesquisa do Sindilav apontou que, em 2018, o faturamento das 5.225 lavanderias instaladas no Estado de São Paulo – sendo 4.225 domésticas e 1.000 industriais – alcançou R$ 3,96 bilhões. No Brasil essa cifra chegou a R$ 5,97 bilhões. Segundo a entidade setorial, as perspectivas para os próximos anos indicam uma expansão do mercado das lavanderias e um crescimento aproximado de 5% na oferta de serviços e em faturamento.

O estudo também identificou uma grande oportunidade de mercado para empreendedores no segmento das lavandeiras. A saber: embora hoje somente 4% da população economicamente ativa do Brasil utilize serviços de lavanderias, o levantamento destaca que mais de 20% deste universo são clientes em potencial desse tipo de empresa. Uma curiosidade é que 70% dos usuários de lavanderias domésticas são mulheres, com idade média de 43 anos.

IPTU Verde, Uma Política Pública Ambiental

IPTU Verde, Uma Política Pública Ambiental

Em algumas cidades da Europa já é comum a oferta de descontos tributários, ao cidadão e/ou empresas, em troca de iniciativas sustentáveis implantadas em seus imóveis e propriedades. Em 2008, o Brasil ingressou nesse movimento mundial quando o município de São Bernardo do Campo (SP) criou o chamado Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) Verde, que estabeleceu incentivos financeiros para seus munícipes com “pegada ambiental”.   

Hoje, mais de uma década após esse pontapé inicial no país, e apesar da relevância em torno do tema sustentabilidade ambiental, ainda não há estatísticas precisas sobre o número de cidades brasileiras que adotaram o IPTU Verde.

Embora a lista de cidades que seguiram o exemplo pioneiro da cidade do ABC seja crescente, ainda não chega a uma centena a quantidade de municípios do Brasil (entre os 5.570!) que já aderiram a esse tipo de política pública que, simultaneamente, favorece o meio ambiente e o bolso do contribuinte/consumidor.

A título de curiosidade, algumas dessas cidades que já se atentaram para a importância do tema e largaram na frente são: Salvador (BA), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS) e as paulistas Guarulhos, Campos do Jordão, Araraquara, Valinhos, São Vicente e Tietê, entre outras. Todas possuem decretos e leis municipais que estabeleceram o IPTU Verde. 

De maneira geral, o IPTU Verde incentiva o cidadão a adotar hábitos sustentáveis, oferecendo em contrapartida descontos nas alíquotas do IPTU. Mas há especificidades: cada cidade possui suas regras, diretrizes e percentuais de abatimento. Os descontos partem de 3% e podem chegar a 100%, conforme o município, a tecnologia empregada e o benefício gerado por ele à respectiva comunidade.

Há diversas alternativas ambientais implementadas nestas cidades do Brasil. Vão desde painéis solares (fotovoltaicos), soluções de energia eólica, instalação de telhados verdes, manutenção de áreas verdes nativas, insumos da construção civil produzidos com material reciclável e a destinação correta de resíduos sólidos. E, claro, existem as ações e projetos visando a conservação e uso racional da água.

Em se tratando da água, os descontos oferecidos pelo IPTU Verde nestas cidades brasileiras estão relacionados a métodos de reutilização do recurso hídrico, sistemas de captação, armazenagem e utilização da água pluvial (como cisternas), equipamentos inteligentes geradores de economia e o uso de reguladores de pressão, entre outras alternativas. 

E também há cidades, a exemplo de Piracicaba (SP), que embora não possuam o IPTU Verde já implantaram programas ambientais que destinam incentivos financeiros a produtores rurais que desenvolvem projetos de preservação de nascentes, ribeirões, matas ciliares e de reflorestamento.

Pela conservação da água

Fabricante de um extenso catálogo de soluções de filtragem para residências, condomínios, indústrias, shopping centers, propriedades rurais e prefeituras, o Grupo FUSATI é um coparticipante desta tendência universal de preservação da água, seja ela bruta ou tratada, para uso privado ou em larga escala industrial.  

Um de seus produtos que dialogam com essa urgente narrativa global é o Sistema para Reúso de Água de Chuva, que coleta, trata e depois utiliza águas residuais para inúmeras demandas como, por exemplo, a lavagem de pisos e de outras áreas industriais, irrigação paisagística e de áreas de cultura (agricultura).

O princípio da preservação do meio ambiente e de seus recursos hídricos também norteia outros projetos da FUSATI como o Estação de Tratamento de Efluentes e/ou Esgoto (ETE) Compacta, solução tecnológica ideal para comércios, clubes, restaurantes, condomínios, frigoríficos e indústrias. Além dos ganhos ambientais, a ETE Compacta traz vantagens como a possibilidade de customização (conforme os interesses do cliente), a necessidade de uma pequena área para sua instalação, manutenção simples, baixo custo de energia elétrica e, consequentemente, a economia de dinheiro.

A utilização desse tipo de água não potável oriunda da ETE Compacta pode ser empregada na rega de jardins, descargas de sanitários, lava-rápidos e em outras situações que dispensam o uso de água tratada. Vale frisar que este equipamento, a exemplo da Estação de Tratamento de Água (ETA) é desenvolvido e fabricado em total conformidade com as legislações ambientais vigentes no Brasil.   

O relatório Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS 6) – Água Limpa e Saneamento para o Brasil, da Agência Nacional de Águas (ANA), apontou que 97,2% da população brasileira utilizou serviços de água potável geridos de forma segura em 2017. Porém, um preocupante indicador do mesmo estudo alertou que apenas 50% das águas residuais foram tratadas de forma segura em 2016 no país.

O dado atesta que a população, indústrias e gestores de recursos hídricos necessitam olhar com mais carinho para o tema “água de reúso”. E que, dentro dessa perspectiva, o IPTU Verde pode ser uma importante ferramenta de conscientização da sociedade brasileira quanto à água reutilizável. 

Além de fomentar o uso racional da água e de outros recursos naturais, garantindo assim a sobrevivência e a qualidade de vida das gerações futuras, o IPTU Verde joga luz sobre um até então desconhecido papel social da propriedade particular. Papel este ligado à construção de uma nova consciência sobre o equilíbrio saudável do meio ambiente. 

#AguaPuraParaTodos #DiaMundialDaAgua

Filtros De Água Retrolaváveis Reduzem Custos Nas Indústrias

Filtros De Água Retrolaváveis Reduzem Custos Nas Indústrias

A qualidade da água interfere totalmente nas características do produto final das indústrias que utilizam este recurso natural como matéria-prima. Diante disso, filtros industriais para tratamento de água são os aliados perfeitos para os mais diversos setores produtivos – do alimentício ao químico. Eles proporcionam variados benefícios, como otimização do processo produtivo e redução do desperdício e dos custos com manutenção de equipamentos. O Grupo FUSATI atua há mais de 35 anos nesta área, desenvolvendo soluções completas e personalizadas para o tratamento de água, inclusive com filtros retrolaváveis e automatizados, que não consomem energia, possibilitando, então, maior lucratividade.

Filtração de Água para Vários Segmentos Industriais

Entre as indústrias que podem se beneficiar com os filtros personalizados da FUSATI estão refinarias, siderurgias, papel e celulose, farmacêuticas, hospitalares, fabricantes de tintas e plataformas marítimas. As aplicações mais comuns são água para torre de resfriamento, proteção de trocas de calor, injeção em poços de petróleo, selagem de eixo de turbinas e bombas, entre outras.

Cada empresa tem necessidades e volume de água específicos, portanto, é fundamental que estes itens sejam avaliados com antecedência para que se chegue ao melhor sistema de filtragem a ser instalado. A FUSATI possui equipes de profissionais que elaboram um diagnóstico das instalações e produção da indústria, identificando pontos de perda e eficiência, e a partir disso recomenda um plano completo de tratamento de água e redução de custos.

Independente da origem da água, se proveniente do sistema público ou de poços artesianos, bem como outras fontes, a utilização do filtro de água previne a variação na sua qualidade e a torna potável ou utilizável.

Esses benefícios possibilitam certificações ambientais para as indústrias, que assim conseguem uma imagem pública mais responsável quanto à sustentabilidade, assunto indispensável na atual conjuntura.

Como Funcionam Os Filtros De Água

Filtros são usados antes da entrada da água nos sistemas de distribuição dento da indústria, mantendo a excelência na limpeza do líquido, já que cessam problemas e retêm grãos de areia, resíduos de encanamentos, além de substâncias orgânicas em suspensão (bactérias, algas mortas, lodo), e dependendo do modelo, ferro e manganês, retiram o odor, reduzem o mau cheiro e a turbidez. Produzidos em Aço Inox AISI – 304 ou 316, com Certificado de Procedência, os filtros FUSATI são projetados para reter sedimentos menores que um fio de cabelo. A empresa trabalha, ainda, na produção de Estações de Água Potável ou Água Industrial, desenvolvidas sob medida para a necessidade de cada indústria, e cumpre as normas NR-13 e ASME VIII, garantindo a integridade estrutural dos equipamentos e a segurança e saúde dos trabalhadores envolvidos nos processos produtivos.

Retrolavagem Automatizada

A retrolavagem automatizada nos filtros de água industriais da FUSATI se dá por meio de uma válvula que inverte o fluxo de filtragem, removendo as impurezas retidas no meio filtrante. O sistema de filtração inicia automaticamente em um intervalo de tempo definido, revertendo a direção do fluxo da água e possibilitando a limpeza dentro dos limites de segurança exigidos. Após a limpeza, o filtro retorna automaticamente para a posição de filtrar. Em todo este processo, não há necessidade de operador algum, o que garante o tratamento e a purificação da água de forma econômica e segura.

Declorador – Filtro De Carvão Ativado

Por ser agente de desinfecção, o cloro é comumente encontrado na água de abastecimento público e também em alguns processos industriais. Embora seja importante para o saneamento, este elemento na água de produção de alimentos pode resultar em sabor desagradável e mau cheiro. Já em casos de cosméticos e remédios, produtos que dependem dos princípios ativos, o cloro pode afetar o resultado final. Para evitar esses problemas nas indústrias, existe o declorador, que tem como função tratar e retirar o cloro residual da água. Constitui-se de carvão ativado, que funciona como uma esponja porosa, atraindo e retendo grande variedade de contaminantes prejudiciais à saúde. Deste modo, há melhora na qualidade de vasta gama de alimentos, como sorvetes, gelo, cerveja, cachaça, entre outros. Nos casos em que o declorador é utilizado, os estabelecimentos não precisam usar garrafões de água mineral, o que contribui para reduzir custos e proteger o meio ambiente, uma vez que há diminuição de plásticos.

Garanta Economia!

Entre em contato conosco para saber qual a melhor solução em filtros de água para a sua indústria. Produza mais gastando menos! Fale conosco!

Sistema de Tratamento de Água e Efluentes para Empresas

Sistema de Tratamento de Água e Efluentes para Empresas

A questão da qualidade da água e do saneamento básico tem mobilizado nações em busca por tecnologias na área de gestão de recursos hídricos. De extrema importância para o ambiente e para a sociedade, o investimento em sistemas eficientes que transforma resíduos em novos recursos representa redução de custos e outros ganhos para além dos muros da empresa.

Uma sinalização recente, no fim de novembro de 2019, aconteceu com a criação da Plataforma Água das Américas. Durante o 23º Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, em Foz do Iguaçu, a América Latina pontuou com o lançamento da plataforma a necessidade de aprimorar e promover avanços na área da água a partir de troca de experiências e de tecnologia.

Gerenciamento dos Recursos Hídricos

A água em boas condições e o tratamento de esgoto representa saúde para a população e redução de impactos ambientais.

Hoje é perfeitamente possível transformar resíduos em recursos úteis como água limpa. O que antes parecia inconcebível foi viabilizado por novas tecnologias aplicadas ao sistema de tratamento de esgoto, destaca a FUSATI Ambiental. A empresa com mais de 35 anos de mercado desenvolvendo tecnologias próprias para tratamento de efluentes residenciais, comerciais, industriais e para o agronegócio, tem soluções para os diferentes tipos de rejeitos: sanitário (contendo matéria orgânica, papel, plástico e tecido), sépticos (produzidos em serviços de saúde, tais como hospitais, clínicas, laboratórios, farmácias etc., contendo germes patogênicos), pluviais (água de chuva), combinado (sanitário e pluvial), entre outros

Estação de tratamento de esgoto e Efluente Industrial ETE Combinada

Sistema de Tratamento de Água e Efluente

Nas áreas onde o esgoto recebe o tratamento correto há ganhos significativos quanto à qualidade de vida e condições higiênicas. Ao aumentar a disponibilidade de água com qualidade na sua região, o empresário contribui com a preservação do meio ambiente em observância às leis ambientais aplicáveis e economiza com a reutilização de recursos que seriam desprezados. Veja outras vantagens:

  • Redução do custo do metro cúbico de esgoto / efluente tratado;
  • Possibilidade de reuso de efluentes;
  • Tratamento específico de acordo com a necessidade de cada processo;
  • Promoção de desenvolvimento sustentável.
As Estações Compactas de Tratamento de Água (ETA) e Tratamento de Esgoto (ETE) do Grupo FUSATI são ideais para condomínios, hospitais e estabelecimentos comerciais (hotel, lava-rápidos, clubes, restaurantes, hotéis, frigoríficos, shoppings) e também em todos os locais não atendidos pela rede pública.

Soluções FUSATI

A FUSATI desenvolveu e oferece soluções tecnológicas de acordo com a necessidade de cada processo:  

Prezando sempre pela confiabilidade e eficiência de suas soluções, a FUSATI Ambiental se destaca como referência no setor. Instalada em Piracicaba (SP), serviços seus serviços incluem primoroso treinamento dos operadores, manutenção preventiva e corretiva e assistência técnica em todo o território nacional.

Resumo

A questão da qualidade da água e do saneamento básico tem mobilizado nações em busca por tecnologias na área de gestão de recursos hídricos. De extrema importância para o ambiente e para a sociedade, o investimento em sistemas eficientes que transforma resíduos em novos recursos representa redução de custos e outros ganhos para além dos muros da empresa. A FUSATI Ambiental apresenta suas tecnologias e enumera os benefícios para a empresa ao adquirir uma estação de tratamento própria.

O Que é Demanda Biológica de Oxigênio (DBO)?

O Que é Demanda Biológica de Oxigênio (DBO)?

Demanda Biológica de Oxigênio (DBO) é a quantidade de oxigênio consumida por microrganismos presentes em determinada amostra de um efluente como, por exemplo, o esgoto doméstico e o industrial. É o parâmetro mais utilizado para medir o nível de poluição das águas uma vez que esses microrganismos (bactérias aeróbias, por exemplo) realizam a decomposição da matéria orgânica no meio aquático por meio de processos oxidativos, sobretudo pela respiração. Novos compostos são transformados a partir dos compostos orgânicos juntamente com o gás oxigênio por meio da catalisação de reações de oxidação desses microrganismos.

A redução da taxa de oxigênio dissolvido no meio aquático indica, portanto, uma atividade bacteriana decompondo matéria orgânica.

Assim, consideram-se poluídas as águas que apresentam alta DBO, uma vez que esta quantidade de oxigênio é utilizada na decomposição de compostos orgânicos. Quando há grande demanda de oxigênio, portanto, é possível observar a mortalidade de peixes e outros organismos aquáticos e, via de consequência, o desequilíbrio nesses ambientes.

Ao contrário, quanto mais baixa a DBO, mais limpa é a água e não haverá sinal de degradação dos ambientes aquáticos.

A Demanda Biológica de Oxigênio também é um parâmetro importante para dimensionar e indicar a eficiência das Estações de Tratamento de Efluentes (ETE). Isso porque, ao se comparar a DBO do esgoto bruto e do efluente final é possível verificar se a matéria orgânica está sendo consumida e se o descarte não vai causar nenhum desequilíbrio.

As Estações de Tratamento de Efluentes devem atuar para reduzir a carga orgânica e, consequentemente a DBO.

Legislação Aplicável

A RESOLUÇÃO Nº 430, DE 13 DE MAIO DE 2011, que dispõe sobre os parâmetros, condições, padrões e diretrizes para gestão do lançamento de efluentes em corpos de águas receptores, alterou parcialmente e complementou a RESOLUÇÃO Nº 357, DE 17 DE MARÇO DE 2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA, a qual “dispõe sobre a classificação e diretrizes ambientais para o enquadramento dos corpos de águas superficiais, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes”.

De acordo com o artigo 16 desta Resolução do CONAMA:

Os efluentes de qualquer fonte poluidora somente poderão ser lançados diretamente no corpo receptor desde que obedeçam as condições e padrões previstos neste artigo, resguardadas outras exigências cabíveis:

I – condições de lançamento de efluentes:

  1. a) pH entre 5 a 9;
  2. b) temperatura: inferior a 40°C, sendo que a variação de temperatura do corpo receptor não deverá exceder a 3°C no limite da zona de mistura;
  3. c) materiais sedimentáveis: até 1 mL/L em teste de 1 hora em cone Inmhoff. Para o lançamento em lagos e lagoas, cuja velocidade de circulação seja praticamente nula, os materiais sedimentáveis deverão estar virtualmente ausentes;
  4. d) regime de lançamento com vazão máxima de até 1,5 vez a vazão média do período de atividade diária do agente poluidor, exceto nos casos permitidos pela autoridade competente;
  5. e) óleos e graxas: 1. óleos minerais: até 20 mg/L; 2. óleos vegetais e gorduras animais: até 50 mg/L;
  6. f) ausência de materiais flutuantes; e
  7. g) Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO 5 dias a 20°C): remoção mínima de 60% de DBO sendo que este limite só poderá ser reduzido no caso de existência de estudo de autodepuração do corpo hídrico que comprove atendimento às metas do enquadramento do corpo receptor;” (Grifos Nossos).

Assim, de acordo com a legislação aplicável, antes que um efluente seja lançado no corpo receptor deverá haver uma redução mínima de 60% na DBO. Monitorar e adotar medidas para a redução da DBO são, portanto, medidas essenciais em uma ETE, afinal um efluente contaminado poderá causar grandes danos nos ecossistemas. Os efluentes ao adentrar uma ETE passam pelo tratamento primário, constituído basicamente por processos físico-químicos e em seguida são encaminhados ao tratamento secundário, que consiste justamente no tratamento biológico através da ação de microrganismos que decompõem a matéria orgânica poluente através do processo respiratório e reduzem a DBO. Quando realizado adequadamente, o tratamento secundário permite atingir a conformidade de um efluente com a legislação aplicável.

O tratamento biológico em uma ETE é processo o mais eficiente para a remoção da matéria orgânica dos efluentes e o uso de sua técnica requer, entre outras ações, o controle da vazão, a recirculação dos microrganismos decantados e fornecimento de oxigênio. Dentre os fatores que podem impactar esta técnica estão o pH, temperaturas, disponibilidade de nutrientes, presença de elementos tóxicos, insolação e oxigênio.

Estações de Tratamento de Água Compactas FUSATI

Para o tratamento de esgoto sanitário em residências, condomínios, restaurantes, hotéis, pousadas e outros estabelecimentos similares, as ETE’s compactas tem sido altamente recomendadas pelas áreas técnicas especializadas em tratamento de água. Seguindo os mesmos processos de tratamento de uma ETE convencional, a ETE compacta apresenta menores dimensões para atender a baixas vazões, com o diferencial da economia de espaço. Conheça as soluções de Estações de Tratamento de Água e Estações de Tratamento Compactas FUSATI.

A FUSATI é uma empresa de sólida reputação, tradicional e há mais de 35 anos dedica-se a melhora da qualidade da água. É referência no mercado e oferece soluções personalizadas industriais e comerciais com o melhor custo-benefício do mercado.

Entre em contato pelo e-mail fusati@fusati.com.br, pelo Whats App (19) 99608-0239 ou pelo telefone (19) 3301-6666 para auxiliarmos você

Aviso: Coronavírus

Nossa equipe comercial esta completamente funcional por e-mail, whatsapp, telefone ou skype

Saiba mais aqui
Holler Box
Podemos ajudar! Fale com um especialista em Tratamento e Filtros de Água.