5 Livros Sobre Tratamento de Água

5 Livros Sobre Tratamento de Água

5 Livros Sobre Tratamento de Água

Olá! Neste blog post listamos 5 livros sobre tratamento de água que podem ser fontes de pesquisa bastante úteis para profissionais, técnicos, acadêmicos e gestores hídricos envolvidos com o fornecimento de água potável à população e indústrias.

Como sabemos, garantir a distribuição de água de qualidade nas cidades, e consequentemente zelar pela saúde pública, é uma tarefa sanitária bastante complexa.

É uma missão que envolve planejamento, tecnologia e conhecimento científico acumulado em áreas como engenharia civil, química e saneamento básico. E uma boa parte desse saber está disponível em publicações técnicas.

Os 5 livros sobre tratamento de água que você conhecerá a seguir aparecem no ranking do site Amazon, que lista as obras mais bem avaliadas e recomendadas por leitores/clientes do portal a partir de pesquisa realizada na categoria “tratamento de água”. 

Tratamento de Água: 5 Livros Indispensáveis

Os 5 livros sobre tratamento de água selecionados neste artigo são publicações técnicas, que abordam conceitos básicos sobre a higienização da água, novas tecnologias disponíveis e, principalmente, questões como projeto, implantação, funcionamento e manutenção das imprescindíveis Estações de Tratamento de Água (ETAS).

Todos esses títulos oferecem subsídios e informações valiosas para técnicos de companhias de abastecimento, gestores hídricos de municípios, público acadêmico (professores e alunos de graduação e pós-graduação) e responsáveis pelo gerenciamento e tratamento da água em indústrias.

Vamos conhecer alguns detalhes, informações e  características desses livros?

1.  Tratamento de Água – Concepção, Projeto e Operação de Estações de Tratamento.

Autor: Sidney Seckler Ferreira Filho.

editora GEN LTC, 472 páginas.

Obra que foca aspectos de engenharia ligados ao planejamento, construção e operação das ETAs de abastecimento público.

Em 13 capítulos, trata de temas como evolução histórica das ETAs, processos envolvidos no tratamento da água (coagulação, floculação, sedimentação, flotação por ar dissolvido, filtração, desinfecção), oxidação química, remoção de compostos orgânicos, controle de subprodutos e remoção de compostos causadores de gosto e odor em águas e abastecimento público.

Como diz o próprio autor, trata-se de “um guia prático para alunos e profissionais”. 

fonte: https://www.livrostecnicos.com.br/produtos/tratamento-agua/

2.  Tratamento de água: Tecnologia Atualizada.

Autores:  Carlos A. Richter e José M. de Azevedo Neto.

(editora Blucher, 322 páginas).

Livro que combina informações históricas acerca da evolução das tecnologias de tratamento de água no país e inovações técnicas na área, desenvolvidas e apresentadas pela dupla de autores.

Traz exemplos que destacam o interesse do Brasil no avanço do saneamento básico desde os tempos pré-República. Por exemplo, relata que em 1880, no município de Campos (RJ), houve a instalação dos primeiros filtros rápidos em abastecimento público, até então um fato inédito em todo o mundo.

Fonte: https://www.blucher.com.br/livro/detalhes/tratamento-de-agua-469

3.  Princípios de tratamento de água.

Autores:  Kerry Howe, David Hand, John Crittendem, R. Rhodes Trussell e George Tchobanoglous.

(editora Cengage Learning, 620 páginas).

Além de abordar todos os já conhecidos processos envolvidos no tratamento de água, esta publicação técnica enfatiza as novas tecnologias e os avanços na área.

O livro dá atenção especial a tecnologias mais recentes como adsorção, troca iônica, osmose inversa e oxidação avançada. Também menciona os desafios relacionados às etapas de tratamento e apresenta soluções práticas. Indicado para profissionais do setor, professores, graduandos e pós-graduandos.

fonte: https://www.cengage.com.br/ls/principios-de-tratamento-de-agua/

4.  Tratamento de Lodos de Estações de Tratamento de água.

Autor: Carlos A. Richter.

(editora Blucher, 112 páginas).

Título que aborda os temas tratamento de água e a disposição dos resíduos decorrentes desse processo (o lodo!) de forma prática.

Material de grande interesse para engenheiros e técnicos envolvidos com a construção e a operação de ETAs.

O livro tem caráter bastante didático e seu autor, Carlos A. Richter, possui larga experiência no assunto após décadas de trabalho na implantação de sistemas de água potável.

fonte: https://www.blucher.com.br/livro/detalhes/tratamento-de-lodos-de-estacoes-de-tratamento-de-agua-468

5.  Fundamentos de Qualidade e Tratamento de Água.

Autor: Marcelo Libânio.

(editora Átomo, 640 páginas).

fonte: https://www.grupoatomoealinea.com.br/fundamentos-de-qualidade-e-tratamento-de-agua.html

Obra que relaciona a importância dos processos e tecnologias de tratamento de água com a questão da disponibilidade dos recursos hídricos nos dias atuais.

Nesse contexto, o autor aborda os principais fundamentos teóricos da qualidade das águas naturais, aspectos ligados à poluição e contaminação de mananciais responsáveis pelo abastecimento de água para a população e as tecnologias existentes, e mais adequadas, para o tratamento de água no Brasil.

O papel das Estações de Tratamento de Água ETA

De diferentes formas, esses 5 livros sobre tratamento de água ressaltam a importância das Estações de Tratamento de Água (ETAs) no desenvolvimento do saneamento básico do Brasil.

Na verdade, salientam que as ETAs são as principais estruturas responsáveis pela captação, higienização e distribuição de água tratada a populações de todo o planeta.

Enfim, ressaltam que as ETAs são peças-chave para a existência de uma infraestrutura de saneamento básico de qualidade em qualquer comunidade.

Em outras palavras, as ETAs são tecnologias indispensáveis para qualquer país que busca a universalização do saneamento básico, caso particular do Brasil.

De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), a falta de saneamento básico (distribuição de água potável + rede de coleta de esgoto) no país provoca, anualmente, a morte de cerca de 15 mil brasileiros e a internação de outros 350 mil

Uma estatística complementar do SNIS (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento) aponta que 34 milhões de brasileiros vivem sem água tratada e que 100 milhões não dispõem de acesso ao serviço de esgoto. 

Já o estudo “Painel Saneamento Brasil”, divulgado pelo Instituto Trata Brasil (ITB), apontou que somente 76,6% dos moradores dos municípios brasileiros de médio porte (população entre 50 mil e 140 mil habitantes) têm acesso a água tratada e distribuída por meio de redes de abastecimento. E a taxa piora ainda mais nas cidades menores. 

Mas a importância das Estações de Tratamento de Água (ETA) não se restringe ao abastecimento público de água potável.

Vale observar ainda que, além de assegurar a saúde e o bem-estar da população, as ETAs também são unidades essenciais para a atividade econômica. 

Diferentes fábricas e parques industriais dependem do fornecimento de água de qualidade para a realização de suas operações – tanto para a fabricação de produtos como bebidas, alimentos e medicamentos, quanto para a execução de rotinas fabris como refrigeração de equipamentos, caldeiras e outros processos.

E isto só é possível com a instalação de ETAs pressurizadas, projetadas especificamente para atender demandas hídricas dessas companhias.

As ETAs construídas para indústrias oferecem possibilidades de customização e de correção de aspectos indesejados da água bruta (parâmetros químicos, físicos e biológicos) que é retirada de mananciais superficiais e poços subterrâneos.

Isso garante segurança ao processo fabril, pois não compromete a qualidade dos itens industrializados e nem a produtividade da companhia.

Gostou de conhecer essas cinco opções de leitura sobre o tema tratamento de água e a importância das ETAs?

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Reúso da Água no Agronegócio

Reúso da Água no Agronegócio

Mais do que uma alternativa rentável e racional, o aproveitamento da água bruta e o reaproveitamento de águas residuais no setor agro – tanto na indústria quanto no campo – é uma inadiável necessidade ambiental, principalmente diante das frequentes crises hídricas e seus impactos sócio-econômicos.

Especificamente na agroindústria, é imprescindível a reutilização e o tratamento da água previamente empregada nos processos fabris e da água da chuva por meio de tecnologias eficientes, seguras e sustentáveis.

A Força do Agro Brasileiro

O agronegócio brasileiro ocupa uma posição notável na economia nacional e global

O agronegócio brasileiro ocupa uma posição notável na economia nacional e global graças à sua pujança, tecnologia, diversidade produtiva e dimensão.

Além disso, é um setor estratégico para o fornecimento de alimentos, não só no Brasil mas em todo o mundo.

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2019 o total de bens e serviços gerados pelo agro brasileiro alcançou R$ 1,55 trilhão, valor que representou 21,4% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil.

O agro também gera uma enorme cadeia de postos de trabalho. De acordo com dados do PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), em 2015 o agronegócio empregava 1 em cada 3 trabalhadores brasileiros. Isso representava 30,5 milhões de pessoas ocupando vagas de trabalho no campo, no comércio agropecuário, nos agrosserviços e na agroindústria.

Dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) apontaram que, em 2019, o Brasil ocupou a quarta posição entre os maiores exportadores de produtos agropecuários, somente atrás da Europa, dos Estados Unidos e da China. Essa performance nacional gerou divisas de USD 96,9 bilhões (dólares americanos).

E mesmo hoje, tempos agravados pela crise econômica e sanitária, segmentos do agronegócio brasileiro como cereais, proteína animal, café, milho, algodão, laranja e cana-de-açúcar seguem registrando superávit comercial e mantendo o país no topo das exportações globais. Em bom português, o agro continua ‘segurando o rojão’.

Mesmo nessa época de restrições e grandes dificuldades, o agro se mantém o principal pilar de sustentação da economia nacional, garantindo a produção interna, aumentando o volume de exportações e contribuindo decisivamente para o enfrentamento dos estragos econômicos e sociais decorrentes da Covid-19.

Quer saber mais informações sobre a força do agronegócio brasileiro e iniciativas no sentido de fomentar a adoção da água de reúso no setor? Vale a pena uma visita nestes dois links da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA):

https://www.cnabrasil.org.br/cna/panorama-do-agro

https://www.cnabrasil.org.br/noticias/cna-debate-reuso-da-agua-no-agro-como-alternativa-para-a-escassez-hidrica

Importância da Água de Reúso

A água de reúso é uma prática sustentável que, cada vez mais, precisa ser incorporada na sociedade – na indústria, nas cidades e no meio rural.

Reúso da Água: Sustentabilidade Financeira e Ambiental

O tratamento da água de chuva ou água bruta residuais de efluentes industriais para finalidades que não requerem água potável (como lavagem de pisos, veículos, descargas de sanitários, resfriamento de equipamentos e outras ações) gera benefícios financeiros, ambientais e sociais.

Inicialmente traz dois ganhos econômicos: a redução da conta de água de distribuição e a poupança de recursos hídricos, ou seja, da água bruta que é coletada de mananciais superficiais ou subterrâneos.

A vantagem ambiental: na medida em que é tratada e empregada em novas ações, a água de reúso também alivia a descarga de poluentes nos corpos hídricos.

Por consequência, isso ocasiona a melhora da qualidade da água bruta nas bacias hidrográficas que, posteriormente, será captada pelas Estações de Tratamento de Água (ETA), higienizada e distribuída à população das cidades.

Contudo, a água de reúso ainda é um recurso pouco explorado no mundo, principalmente no Brasil.

Por aqui, o valor de aproveitamento da água de reúso é de apenas 2 m³/s, segundo dados do estudo Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil – Informe 2018, da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).

Na verdade, esses 2 m³/s representam um valor ínfimo diante de um total de 2.083 m³/s de água bruta – coletado de rios, lagos, represas e fontes subterrâneas – que abastece cidades, populações, indústrias e o setor agropecuário. Nesta próxima década, a expectativa de nossos gestores hídricos é melhorar essa marca, passando a tratar e produzir 10 m³/s.

Como se Obtém Água de Reúso no Agro?

Basicamente, a geração da água de reúso no agronegócio se dá em duas frentes: nos campos de lavoura (por meio de técnicas de drenagem agrícola, captação e tratamento de água de chuva) e na agroindústria (tratamento de efluentes industriais decorrentes do processo fabril e de águas pluviais).

Pensando exclusivamente no complexo e variado parque industrial do agro, a tecnologia mais eficiente e funcional para a produção da água de reúso é uma Estação de Tratamento de Água (ETA) FUSATI.

Além de fornecer água apropriada para os mais diversos processos fabris, as ETAs FUSATI agroindustriais são unidades que produzem este precioso e sustentável insumo que é a água de reúso.

Estação de Tratamento de Água FUSATI na Agroindústria

Estação de tratamento de água compacta FUSATI

As Estações de Tratamento de Água FUSATI são soluções tecnológicas e versáteis, que atendem demandas hídricas de indústrias e empresas dos mais diferentes segmentos econômicos.

As ETAs FUSATI fornecem água devidamente tratada para indústrias de alimentos, bebidas, medicamentos, cosméticos e outros produtos. E também garantem água potável e 100% segura em empresas do setor de serviços – ligadas aos segmentos de saúde, hoteleiro, hospitalar, educacional, recreacional e de entretenimento.

No caso do agrobusiness, as ETAs FUSATI são equipamentos que garantem a segurança do processo produtivo de:

  • companhias de processamento de alimentos, grãos e óleos
  • frigoríficos/exportadores de proteína animal
  • usinas de açúcar, álcool e biocombustíveis
  • laticínios e seus derivados
  • indústrias de café
  • fábricas de sucos cítricos
  • empresas de celulose, papel e madeira
  • fabricantes de fertilizantes e de lisinas (aditivos para ração animal)
  • cooperativas e outros ‘players’

A FUSATI projeta e implanta Estação de tratamento de água pressurizada e customizada – modular e compacta – para suprir as necessidades específicas de cada agronegócio.

Que tal turbinar ainda mais os negócios, a gestão ambiental e os lucros de sua agro-empresa?

A FUSATI tem a solução ideal em equipamentos de filtragem e de tratamento de água para alçar sua companhia a um patamar superior de excelência,  produtividade e sustentabilidade.

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Reúso da Água Industrial: Sustentabilidade Financeira e Ambiental

Reúso da Água Industrial: Sustentabilidade Financeira e Ambiental

O risco de uma nova crise hídrica está de volta ao Brasil. E com ele ressurgem as preocupações e transtornos envolvendo o setor produtivo que, mais uma vez, será afetado com os iminentes problemas de desabastecimento de água e os já anunciados ajustes tarifários na conta da energia elétrica.

Nesse cenário, o reúso da água industrial ressurge como uma importante ferramenta para a indústria manter a produção em dia, sem percalços e interrupções, e ainda gerar redução de custos operacionais e economia de recursos naturais (água bruta). 

Mas apesar de todas essas conhecidas vantagens, a indústria em geral ainda não desfruta o grande potencial deste valioso e rentável recurso que é a água de reúso.

No Brasil, o percentual de aproveitamento da água de reúso ainda é baixíssimo: cerca de 2 m³/s, diante de um total de 2.083 m³/s de água bruta – retirado de rios, lagos, represas e fontes subterrâneas – que é utilizado para abastecer cidades, populações, indústrias e o setor agropecuário.

Esses dados constam do estudo Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil – Informe 2018, da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).

Crise Hídrica Preocupa o Setor Industrial

O temor de uma nova crise no sistema de abastecimento de água do país reacendeu, no meio empresarial, a necessidade de investimentos para estimular a produção de água de reúso e outras soluções para amenizar possíveis impactos negativos.

Reportagem publicada recentemente pelo portal G1 Campinas e Região, trouxe a preocupação das indústrias locais em relação ao desabastecimento hídrico e possíveis blackouts, que podem interromper a produção e provocar sérios prejuízos fabris.

Segundo a matéria, um levantamento do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) realizado junto a 40 companhias da região de Campinas detectou que 88% delas demonstram receio em relação à crise hídrica, enquanto que 57% já foram afetadas pelo aumento do preço de energia elétrica e da água.  

Sob risco de paralisação da produção e prejuízos financeiros, o empresariado ouvido pela pesquisa do Ciesp reconheceu a necessidade de aumentar a eficiência do uso de energia e da água em seus processos. E para tal, sinalizam ou adotaram tecnologias como energia solar e água de reúso.

Reúso: Alternativa Rentável para o Setor Produtivo

Água de reuso, é um recurso pouco explorado. O reaproveitamento das águas residuais é uma urgente necessidade de racionalizar recursos nos dias de hoje. Porém, de maneira geral, o processo de água de reúso ainda é uma prática bastante limitada no Brasil.

Uma parte das indústrias brasileiras já possui programas e rotinas que são realizadas com a água de reúso gerada a partir da água da chuva ou do tratamento de seus efluentes industriais.

Tais iniciativas reduzem os custos das contas de água, ajudam a poupar os recursos hídricos naturais e estimulam uma economia mais sustentável.

A água de reúso, vale frisar, não é potável. Porém, ela pode ser bastante útil para finalidades industriais como lavagem de pisos, galpões, áreas externas, frotas veiculares e máquinas, irrigação de gramados e áreas de paisagismo, resfriamento de caldeiras, descarga de sanitários e outras ações.

No país, os padrões, parâmetros e classificações da água de reúso são definidos pela NBR 13.969/97 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), cujo título é “Tanques sépticos – Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos – Projeto, construção e operação”.

O quadro 4 da NBR 13.969/97 classifica os quatro tipos de água de reúso de acordo com seus níveis de turbidez, coliformes fecais, pH, cloro residual e outros parâmetros.

Essas quatro categorias de água de reúso são as seguintes:

Classe 1 – recomendada para lavagem de carros e outros usos que requerem o contato direto do usuário com a água, com possível aspiração de aerossóis pelo operador, e chafarizes

Classe 2 – indicada para lavagens de pisos, calçadas e irrigação dos jardins, manutenção dos lagos e canais para fins paisagísticos, exceto chafarizes

Classe 3 – utilização nas descargas dos vasos sanitários (as águas de enxágue das máquinas de lavar roupas satisfazem a este padrão)

Classe 4 – emprego nos pomares, cereais, forragens, pastagens para gados e outros cultivos através de escoamento superficial ou por sistema de irrigação pontual; mas as aplicações devem ser interrompidas pelo menos 10 dias antes da colheita da safra

 Fonte: NBR 13.969 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)

Soluções para Reúso da Água Industrial

Com quatro décadas de atuação no segmento de filtros residenciais e comerciais e sistemas de tratamento de água, a FUSATI é uma companhia que prima pela qualidade e eficiência de seus produtos e serviços.

Desde sua fundação, a FUSATI busca de maneira incansável o desenvolvimento de tecnologias que atendam às necessidades de seus clientes e, simultaneamente, estejam enquadradas no conceito de economia circular sustentável. 

As soluções FUSATI garantem excelência operacional, segurança e rentabilidade a mais de 50 mil clientes residenciais, comerciais e industriais distribuídos pelo Brasil.

Para os mais diversos segmentos industriais, a FUSATI projeta e implanta estações de tratamento de líquidos em versões pressurizadas, compactas e modulares. O portfólio da empresa inclui: 

Essas unidades podem ser montadas em espaços industriais com múltiplas variações e configurações, de acordo com o tipo de água requisitado pelo processo fabril, o tipo de fonte de abastecimento, o volume de vazão, o espaço disponível e outros aspectos particulares de cada negócio.

Além da possibilidade de customização, da versatilidade e outras vantagens, as estações de tratamento de água, esgoto e efluentes industriais da FUSATI ainda produzem a hoje tão preciosa água de reúso, que, conforme dito, pode ser empregada numa série de atividades que dispensam o uso de água potável.

As ETEs, ETAs e ETEIs fabricadas pela FUSATI equipam condomínios residenciais e comerciais, restaurantes, hotéis, hospitais, shoppings, lavanderias, indústrias de alimentos, bebidas, medicamentos e outras tantas unidades fabris e negócios.

E a sua empresa, já possui sistemas de geração de água de reúso? Que tal otimizar a gestão hídrica na sua organização, diminuir custos de consumo e contribuir com a preservação dos recursos hídricos naturais?

Para tudo isso, conte com o apoio especializado da FUSATI. Afinal, a nossa vocação é o desenvolvimento de soluções que aumentam a eficiência do uso da água em todas as fases do ciclo hídrico: captação, tratamento, reúso e devolução à natureza. 

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O Que É Turbidez da Água?

O Que É Turbidez da Água?

Se existe um parâmetro que, a olho nu, indica que a água apresenta problemas de potabilidade, ele certamente se chama turbidez.

A turbidez é um sintoma explícito de falta de condições sanitárias e qualidade da água. Então, para as pessoas que só querem matar a sede, a turbidez já é um importante sinal de alerta que dispensa análises laboratoriais mais complexas.

Ou seja, é o tipo de problema que permite que qualquer leigo identifique que aquela água feia e de aparência suja não está adequada aos padrões para o consumo humano, podendo causar males e complicações à saúde.

Nos tempos recentes, aliás, a água turva tem sido um transtorno recorrente na vida cotidiana de brasileiros que abrem as torneiras de suas casas e se deparam com a popular e nociva “água marrom”.

Conforme a mídia tem noticiado, o problema de turbidez na água vem afetando cada vez mais moradores de cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Alagoas e Rondônia, entre outros estados.

Mas a água em estado de turbidez também provoca prejuízos e dificuldades ao setor industrial, comprometendo a qualidade de fabricação de diversos produtos (especialmente alimentos, bebidas e fármacos) e causando aborrecimentos e insatisfação entre consumidores.

Turbidez: Definição e Causas

Água Turva: Solução com o Filtro de Água FUSATI

A turbidez é a condição da água com quantidade excessiva de partículas em suspensão. A presença dessas partículas afeta a propagação da luz pela água e, dessa forma, provoca a falta de transparência no recurso que é essencial aos organismos vivos.

As causas da turbidez são várias, por exemplo o excesso de chuvas, crises hídricas, problemas de erosão no solo, atividade mineradora, práticas agrícolas, excesso de algas e falhas no sistema de tratamento de água de distribuição pública.

O resultado desses fatores é a presença de vários tipos de resíduos sólidos em suspensão na água, partículas orgânicas e inorgânicas como argila, sílica, coloides, algas, lodo, restos de folha, microorganismos e outros elementos não solúveis.

O nível de turbidez da água é mensurado por aparelhos chamados de turbidímetros ou nefelômetros.

Esses dispositivos utilizam a unidade de turbidez NTU (Nephelometric Turbidity Unit) para medir o nível de turvação. Mas de maneira genérica, a unidade que expressa a turbidez também é citada como U.T. ou uT.

A medida da turbidez é determinada a partir da quantidade de luz refratada nas partículas em suspensão. Quanto maior a dispersão dos feixes de luz, maior é a turbidez da água.

A Água Potável e a Portaria Nº 5

O nível de qualidade da água doce é definido a partir de suas propriedades físicas, químicas e biológicas.

No caso da turbidez, ela é um dos parâmetros físicos, assim como a temperatura, o sabor, o odor, a cor, a presença de sólidos (em suspensão ou dissolvidos) e a condutividade elétrica.

Cabe destacar que, no Brasil, os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade estão descritos no Anexo XX da Portaria de Consolidação Nº 5, do Ministério da Saúde (MS).

De maneira geral, a Portaria Nº 5 estabelece que o limite de turbidez da água potável – ou valor máximo permitido (VMP) – é 5 unidades de turbidez (uT).

Detalhes mais precisos sobre esses limites estão listados no Anexo 2 (do Anexo XX) que traz a Tabela de Padrão de Turbidez para Água Pós-Desinfecção (para Águas Subterrâneas) ou Pós-Filtração.

Esta tabela classifica quatro tipos de tratamento da água, os valores máximos permitidos (VMP) de unidades de turbidez (uT) e a frequência de amostras para análise. A saber:

  • Filtração rápida (tratamento completo ou filtração direta) – 0,5 uT em 95% das amostras; 1,0 uT no restante das amostras mensais coletadas (uma a cada 2 horas)
  • Filtração em membrana – 0,1 uT em 99% das amostras (uma a cada 2 horas)
  • Filtração lenta – 1,0 uT em 95% das amostras; 2,0 uT no restante das amostras mensais coletadas (uma amostra diária)
  • Pós-desinfecção (para águas subterrâneas) – 1,0 uT em 95% das amostras; 5,0 uT no restante das amostras mensais coletadas (uma amostra semanal).

Fonte: Anexo 2 do Anexo XX da Portaria de Consolidação Nº 5, do Ministério da Saúde (MS)

Turbidez na Água de Distribuição

A turbidez da água é um problema que, eventualmente, causa transtornos e muita chiadeira de habitantes de cidades brasileiras.

Apesar da maioria dos municípios do país dispor de sistemas e Estações de Tratamento de Água (ETA), fatores como o excesso de chuvas, a presença excessiva da substância geosmina e problemas na produção e distribuição de água tratada podem causar a turbidez.

O Filtro de Água Central FUSATI é a solução definitiva para eliminar a turbidez da água, tanto de abastecimento público quanto de poços artesianos.

Filtro de Água de Entrada e Filtro Central • Tratamento de Água • Casa, Condomínio, Prédio Residencial Comercial • FUSATI Filtro de Água e Tratamento de Água

Confeccionado em aço inoxidável, o aparelho é equipado com um poderoso elemento filtrante – sete camadas de quartzo! – que, além de higienizar a água, elimina as impurezas insolúveis que estão em suspensão. O Filtro FUSATI retém micro-partículas de 5 a 15 mícrons (μm).

Essa eficiência sanitária garante o fornecimento de água tratada em toda a extensão do imóvel, ou seja, em todos os pontos de conexão hidráulica (torneiras, registros, chuveiros, caixa d’água e outros dispositivos).

Para oferecer total performance, o Filtro de Água FUSATI é conectado ao sistema de encanamento do imóvel (após o hidrômetro). Dessa forma, o filtro opera 24 horas por dia como um eficiente sistema de tratamento de água e infalível bloqueador de impurezas.

Além dessas vantagens, ainda possui o sistema de retrolavagem (tecnologia autolimpante) e funciona sem energia elétrica.

Ideal para residências, comércios, escritórios, lavanderias, consultórios, pequenas indústrias e outros negócios que requerem a oferta de água potável e tratada para seus colaboradores, clientes e frequentadores em geral.

Água Turva e o Tratamento de Água Para a Indústria

O setor industrial também sofre com a falta de qualidade e a turbidez da água que é empregada em suas unidades fabris.

Isso mesmo, a água turva é um insumo bastante inconveniente para as indústrias que dependem de água totalmente livre de impurezas para os seus processos produtivos.

Quando não solucionada, a turbidez da água se torna uma grande dor de cabeça para, particularmente, empresas fabricantes de alimentos, bebidas e medicamentos.

Para atender essa necessidade industrial, a FUSATI projeta Estações de Tratamento de Água (ETA) pressurizadas, compactas e modulares.

As ETAs FUSATI são construídas de forma customizada, levando-se em conta os seguintes aspectos:

  • tipo de fonte de abastecimento (rede, poço, rio ou outro manancial hídrico)
  • nível de vazão disponível na região
  • tipo de água requerido pelo processo fabril (correção de parâmetros físicos, químicos e biológicos para a geração de uma água totalmente adequada)
  • espaço disponível na planta fabril

As Estações de Tratamento de Água (ETA) também são desenvolvidas para o atendimento de conglomerados residenciais e comerciais (condomínios verticais e horizontais), hospitais, clínicas, hotéis, restaurantes, shoppings, clubes, frigoríficos, escolas e outros estabelecimentos/negócios.

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Água de Poço Artesiano Faz Mal à Saúde?

Água de Poço Artesiano Faz Mal à Saúde?

Os poços artesianos são uma importante fonte hídrica em regiões onde não há redes públicas de abastecimento de água. Nesses locais, a água retirada dos reservatórios subterrâneos (aquíferos) é essencial para o uso doméstico, a agricultura e a indústria. Mas afinal, a água de poço artesiano faz mal à saúde?

Embora seja natural, a água de poço não é necessariamente potável e pode estar inadequada para o consumo humano imediato.

Quer dizer, em muitos casos ela não se enquadra nos padrões vigentes de potabilidade, que no Brasil são estabelecidos pela Portaria de Consolidação Nº 5 (Anexo XX), de 28 de setembro de 2017.

Portanto, antes de ser ingerida, utilizada na higiene pessoal, na lavagem e cozimento de alimentos, a água proveniente de poços precisa ser submetida a métodos de filtragem e tratamento.

Além disso, em muitos casos a água de poço apresenta propriedades químico-físicas que precisam ser readequadas para o consumo seguro.

Em situações como essa, a melhor e mais eficaz opção é a instalação de um Filtro Central, sistema de tratamento de água que, simultaneamente, faz a higienização e a correção dos padrões de potabilidade.

O Que É Um Poço Artesiano?

Os poços artesianos são poços tubulares profundos construídos para a captação de água dos reservatórios subterrâneos (aquíferos).

Possuem diâmetros reduzidos, de até 36 polegadas, e são feitos por meio de perfurações com sondas que atingem profundidades de 100 metros a 2.000 metros, conforme as características hidrogeológicas da região. Isso significa que são obras de engenharia geológica e requerem tecnologia específica.

Uma característica dos poços artesianos é que a água jorra naturalmente, ou seja, eles não dependem de bombas. Isso acontece devido à pressão subterrânea.

Aliás, vale ressaltar que não se deve confundir poço artesiano com poço raso (também conhecido como poço caipira), que é aquele do tipo escavado, de menor profundidade (média de 20 metros), de maior diâmetro (cerca de 1 metro) e que a água não tem pressão.

Em tempo: a denominação “artesiano” tem origem histórica, já que foi na cidade de Artois, na França, no século XII, que houve a perfuração de um poço com tais características. Mas apesar dessa fama pioneira ser atribuída aos franceses, há indícios de que esse tipo de perfuração já ocorria há milênios por povos asiáticos e africanos.

Poço Artesiano Necessita de Autorização?

Sim! Para se ter um poço artesiano é preciso observar alguns aspectos legais.

A perfuração e a construção de um poço artesiano dependem de outorgas para o uso da água e licenças ambientais, que são emitidas por órgãos reguladores.

No caso do Estado de São Paulo, os principais órgãos são a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), o DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica) e a Vigilância Sanitária.

A construção de um poço também deve seguir normas estabelecidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). E o profissional responsável pela obra, engenheiro ou geólogo, deve ser capacitado e credenciado junto a conselhos/órgãos de regulamentação.

O Excesso de Ferro e Manganês

Uma etapa essencial para a implantação e utilização de um poço é a análise laboratorial de uma amostra da água.

Isso é necessário para identificar as características físicas, químicas e biológicas da água visando, caso seja necessário, a correção desses parâmetros.

Falando nisso, aproximadamente 70% dos poços artesianos registram a presença demasiada de ferro e manganês na composição da água. E isso não é bom.

Qual é o problema disso? O excesso desses metais na água de poços artesianos pode causar vários transtornos e complicações às pessoas, e também às indústrias, que dependem desse tipo de fonte de abastecimento.

O mau cheiro, a cor amarelada, o gosto metálico, o risco de proliferação de bactérias e o surgimento de doenças são alguns dos problemas provocados pela água com grandes quantidades de ferro e manganês. 

Especificamente no âmbito industrial, a abundância de ferro e manganês compromete a qualidade da água que é empregada como insumo básico nos processos fabris.

Em outras palavras, essa ‘água suja’ prejudica todo o setor industrial. Mais particularmente a produção de alimentos, bebidas e medicamentos, que são itens que dependem de água totalmente potável e livre de impurezas para a sua fabricação.

Quando isso não ocorre, esses produtos têm suas propriedades alteradas, causando prejuízos às empresas e reclamações de consumidores.

Outro problema recorrente em poços é a chamada “água dura” – aquela que apresenta altos teores de cátions de cálcio e magnésio, acima de 150 mg/litro -, que pode causar prejuízos em encanamentos de empresas e residências.

Tal problema ocorre devido ao acúmulo desses minerais e outras partículas nos canos, provocando a formação de incrustações e, consequentemente, o risco de vazamentos e rompimentos nas tubulações.

Tratamento de Água para Residências, Condomínios e Indústrias

A FUSATI produz Filtros Centrais e sistemas de tratamento de água para atender residências, condomínios e indústrias que são abastecidas por poços artesianos.

Os Filtros Centrais e as Estações de Tratamento de Água (ETA) com a patente FUSATI são projetados e construídos para fornecer água potável para todo tipo de demanda doméstica, comercial ou fabril.

Além da filtragem realizada por sete camadas de quartzo, os Filtros Centrais e as compactas, modulares e pressurizadas ETAs FUSATI podem ser equipados com acessórios periféricos que executam a redução de minerais (ferro e manganês), o controle de pH, a gestão de cloro e a correção da água dura, entre outras ações.

De fato, uma grande vantagem dos filtros e sistemas de tratamento de água da FUSATI é a possibilidade de customização. Essa versatilidade operacional permite adequar o Filtro Central ou a ETA ao tipo de água de abastecimento e à quantidade de vazão disponível.

Skid para Tratamento de Água Redução de Ferro e Manganês – Casas e Residências
Estação de Tratamento de Água Compacta para Indústrias
Em Jundiaí, a FUSATI solucionou o problema de qualidade de água em um condomínio residencial com Estação de tratamento e filtração

Conheça as tecnologias FUSATI de filtragem e tratamento de água de poço! E descubra porque elas são as melhores escolhas para o fornecimento de água potável e segura para famílias, indústrias e outros negócios que são abastecidos por águas subterrâneas.

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O Que É Água Mineral?

O Que É Água Mineral?

Todos sabemos que a água é um recurso fundamental para a nossa saúde e sobrevivência. Contudo, nem sempre somos capazes de diferenciar os tipos de água apropriadas para o consumo humano. Falando nisso, você sabe exatamente o que é água mineral?

Na verdade, é bastante comum fazermos confusão entre os termos água tratada, água potável e água mineral.

Geralmente deixamos de lado as definições e nos preocupamos com o que realmente importa: a oferta de água que garante a nossa saúde, bem-estar e qualidade de vida.

Mesmo assim, vale salientar que, no Brasil, a água mineral é definida e regulamentada por um decreto-lei criado em 1945.

Essa legislação, denominada Código de Águas Minerais, lista os diferentes tipos de águas minerais, que variam conforme a sua composição química.

Além disso, esse decreto-lei fornece outras diretrizes quanto à autorização para exploração do recurso, instalação de estâncias hidrominerais, fiscalização, comercialização da água e outros aspectos.

A seguir, saiba mais sobre as águas minerais e também conheça as modernas e eficientes tecnologias de filtragem de água para residências e tratamento de água para condomínios, comércios e indústrias desenvolvidas pela FUSATI.

Água Mineral: Definição

A definição brasileira do que é água mineral foi estabelecida pelo Decreto-Lei Nº 7.841, de 8 de agosto de 1945, que é o Código de Águas Minerais.

Em seu Artigo 1º, o decreto-lei federal determina o seguinte:

Art. 1º Águas minerais são aquelas provenientes de fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas que possuam composição química ou propriedades físicas ou físico-químicas distintas das águas comuns, com características que lhes confiram uma ação medicamentosa.

Lá na distante década de 40, o Código de Águas Minerais classificou o recurso natural em 12 categorias, de acordo com suas características químicas. A saber:

  • Oligominerais
  • Radíferas
  • Alcalino-bicarbonatadas
  • Alcalino-terrosas
  • Sulfatadas
  • Sulfurosas
  • Nitratadas
  • Cloretadas
  • Ferruginosas
  • Radioativas
  • Toriativas
  • Carbogasosas

A mesma legislação, contudo, salienta a distinção entre água mineral e “água potável de mesa”.

De acordo com o decreto-lei, águas potáveis de mesa correspondem às águas de composição normal provenientes de fontes naturais, ou de fontes artificialmente captadas, que preencham tão somente as condições de potabilidade.

Por falar nisso, hoje no Brasil os parâmetros de potabilidade da água estão listados no Anexo XX da Portaria de Consolidação Nº 5, do Ministério da Saúde (MS), de 28 de setembro de 2017.

Produção de Água Mineral no Brasil

Segundo um estudo da International Bottled Water AssociationIBWA (Associação Internacional de Água Engarrafada), em 2019 o Brasil ocupou a sexta posição no ranking dos maiores produtores de água mineral comercializada em galões, garrafas e copos.

Naquele ano, o país produziu 24,3 bilhões de litros de água. O número expressa um crescimento de 25% em relação aos 19,5 bilhões de litros de água mineral envasados em 2014.

A título de curiosidade, em 2019 os três maiores produtores de água engarrafada no mundo foram a China (112 bilhões/litros), os Estados Unidos (54 bilhões/litros) e o México (37 bilhões/litros).

Água Potável e Água Tratada

Bom, já que entramos no campo das definições, é pertinente explicarmos a diferença entre água potável e água tratada.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), água potável é aquela que – totalmente livre de agentes patogênicos e de altos níveis de substâncias tóxicas –  utilizamos para beber, cozinhar, preparar refeições e para a higiene pessoal.

Já a água tratada é aquela produzida em Estações de Tratamento de Água (ETAs), onde ela é higienizada e desinfetada numa série de etapas – coagulação, floculação, decantação, filtração e desinfecção – antes de ser distribuída à população ou utilizada na indústria.

Para resumir, a água potável pode ser natural (desde que extraída de alguma fonte segura, sem agentes contaminantes) ou tratada.

Guarde bem esta dica: toda água tratada é potável, mas nem toda água potável é tratada.

Filtro de Água Central: A Solução Residencial e Comercial

Para quem deseja água potável e tratada, seja para garantir a saúde da família no ambiente doméstico ou o bem-estar das pessoas em empresas, comércios e outros estabelecimentos, a melhor opção são os Filtros Centrais FUSATI.

Construídos em aço inox e equipados com sete camadas de elementos filtrantes (quartzo), os filtros de água da FUSATI se adequam perfeitamente a diferentes ambientes e necessidades.

São ideais para residências, condomínios, lojas, escritórios, consultórios e outros negócios que demandam água 100% tratada e segura para o consumo humano.

A família de filtros de água da FUSATI inclui modelos como Índico, Atlântico e Pacífico, aparelhos que são projetados para tratar vazões que vão de 800 litros por hora a 2000 litros/hora.

Esses filtros oferecem duas importantes vantagens: não consomem energia elétrica e possuem o funcional recurso da retrolavagem – que possibilita economia com manutenção e a substituição de peças/elementos filtrantes.

Mas além da versatilidade operacional e da economia, outro grande mérito de um Filtro Central FUSATI é o tratamento complementar da água distribuída pelas redes de abastecimento, que ocasionalmente podem apresentar instabilidade.

Filtro de Água Central • Casa, Residências, Condomínio, Prédio, Residencial e Empresas • FUSATI Filtro de Água • Tratamento de Água

Para ficar mais claro: os filtros de água FUSATI são instalados logo após a entrada de água do imóvel (depois do hidrômetro) e, a partir dessa localização estratégica, executam a filtragem de toda a água oriunda das ETAs municipais antes dela entrar no imóvel.

Isso assegura a distribuição de água potável e tratada em todos os pontos da planta hidráulica do imóvel.

Além disso, garante a integridade e o bom funcionamento de dispositivos como torneiras, registros, válvulas, chuveiros, máquinas de lavar, purificadores e outros eletrodomésticos que são abastecidos com água.

Tratamento de Água para a Indústria

A água tratada também é um insumo imprescindível para o setor industrial.

Diversos segmentos industriais dependem, e muito, da oferta de água de qualidade, ou seja, aquela absolutamente livre de impurezas e resíduos que podem comprometer seriamente o processo fabril.

Essa exigência é especialmente válida em indústrias farmacêuticas, de bebidas, de alimentos e de produtos químicos, nas quais a água é uma matéria-prima estratégica.

Nesse tipo de fábrica, o controle da qualidade da água precisa ser muito criterioso.

Quando isso não acontece, a utilização de água contaminada pode provocar alterações nas características/propriedades de produtos como, por exemplo, laticínios, carnes, embutidos, molhos, sucos, refrigerantes, cervejas, remédios, vacinas e soros.

Para essas e outras indústrias, a FUSATI projeta e instala Estações de Tratamento de Água (ETA) customizadas para atender demandas hídricas específicas.

A FUSATI comercializa sistemas industriais de tratamento de água pressurizados, compactos e modulares que garantem o sucesso e a segurança do processo produtivo das empresas.

Sistema de Tratamento de Água Não Potável. Considera-se água potável a água de origem do sistema público de saneamento e Água Não potável a água de origem de poços, chuva, rios, lagos, entre outras.

As eficientes e modernas ETAs FUSATI oferecem inúmeras vantagens financeiras, operacionais e relacionadas à sustentabilidade. Algumas delas são:

  • Distribuição de água tratada e adequada para o processo fabril
  • Continuidade do fluxo de água de qualidade
  • Unidades modulares, compactas e pressurizadas
  • Capacidade de adaptação em diferentes espaços disponíveis
  • Custo de manutenção reduzido
  • Geração de água de reúso
  • Fácil instalação, operação e manutenção
  • Baixo consumo de energia elétrica
  • Construção e instalação em conformidade com normas técnicas, de segurança e leis ambientais

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