Uma Nova Era do Saneamento Básico no Brasil

Uma Nova Era do Saneamento Básico no Brasil

O Brasil deu um passo importante em direção à universalização da oferta de água tratada, da coleta e do tratamento de esgoto. O Senado aprovou, no dia 25 de junho, o novo marco regulatório do saneamento básico no país (PL 4.162/2019). Com isso, o governo federal estima a injeção de R$ 700 bilhões no setor até 2033, o desenvolvimento da infraestrutura nacional e a melhoria da qualidade de vida para milhares de brasileiros que, lamentavelmente, ainda sofrem com a falta de água tratada e de um sistema adequado de esgotamento sanitário.

Agora o projeto – que já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados em dezembro de 2019 – segue para a sanção presidencial. Depois da canetada oficial, espera-se que nos próximos anos a nova legislação promova a evolução setorial e, finalmente, resolva o problema de 34 milhões de brasileiros que vivem sem o fornecimento de água tratada e outros 100 milhões de compatriotas que ainda não possuem acesso ao serviço de esgoto. 

Em linhas gerais, o novo marco do saneamento básico estabelece metas para a implantação das melhorias e favorece a maior participação do setor privado nas operações envolvendo água e esgoto. Tudo isso mediante condições como a necessidade de abertura de licitações, o cumprimento de prazos e metas, a não interrupção dos serviços, a regulação por parte da Agência Nacional das Águas (Anac), datas para o fechamento de lixões (estipuladas conforme o tamanho da cidade) e outras diretrizes. O sinal verde ao PL e à privatização foi dado por 65 senadores, enquanto outros 13 parlamentares votaram contra a matéria.  

Na avaliação de especialistas e autoridades do setor hídrico, o novo marco regulatório vai agregar segurança jurídica e regulatória, atrair investidores (nacionais e internacionais), implantar e/ou aperfeiçoar os sistemas de tratamento de água/esgoto e, dessa maneira, melhorar as condições de vida da população hoje desassistida quanto à oferta de água própria para consumo humano e de redes de esgoto.

De acordo com o Instituto Trata Brasil – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) que trabalha em prol dos avanços do saneamento básico e da proteção dos recursos hídricos do país –, hoje o país possui 13 milhões de crianças e adolescentes sem acesso aos serviços de saneamento básico. E cálculos da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que, a cada ano, cerca de 15 mil brasileiros morrem e outros 350 mil são internados em decorrência de doenças associadas ao déficit de saneamento básico no país.

Segundo estabelece o marco do saneamento, as metas de universalização que devem ser cumpridas até 2033 incluem a cobertura de 99% da população para o fornecimento de água potável e de 90% para a coleta e tratamento do esgoto.

O governo federal ainda argumenta que, além da saúde pública, a universalização do saneamento básico trará impactos positivos na esfera da educação, na geração de empregos e na economia de recursos dos cofres públicos. O relator do PL, inclusive citou um dado da OMS que indica que a cada R$ 1,00 investido em saneamento básico são economizados R$ 4,00 em gastos futuros com a saúde.

Por fim, o governo também aposta que a modernização do saneamento básico do Brasil, e o volume de investimentos que virá a reboque, serão importantes para a retomada da economia nacional nos tempos pós-pandemia da Covid-19. 

Corrida Pelo Saneamento Básico

Em nome de um bem-estar nacional, empresas, municípios e outros ‘players’ que desenvolvem atividades ligadas ao saneamento básico serão obrigados a planejar, desenvolver projetos, investir em soluções como, por exemplo, Estações de Tratamento de Água (ETA) e Estações de Tratamento de Esgoto (ETE), e cumprir os cronogramas impostos pelo novo marco para a obtenção das metas.  

Nessa necessária e urgente corrida pela melhoria do saneamento básico no Brasil, a demanda de empresas de pesquisa, prestadoras de serviços e fabricantes de equipamentos e tecnologias para os setores de água e esgoto deve aumentar sensivelmente nos próximos 12 anos. As oportunidades de negócio serão multiplicadas. E as corporações já consolidadas no mercado, que dispõem de tecnologia, credibilidade, conhecimento e times capacitados, já largam com vantagem indiscutível.   

Em tempo: além de propiciar a melhoria das condições sócio-sanitárias da população brasileira – atributos obrigatórios para qualquer país aspirante a uma cadeira no rol das nações desenvolvidas -, não custa ressaltar que o marco regulatório do saneamento trará benefícios ao meio ambiente, na medida que prevê o tratamento de 99% do esgoto antes de sua devolução à natureza (rios, ribeirões, lagos e outros mananciais). Quer dizer, a nova legislação também se apresenta como uma ferramenta oficial fomentadora de sustentabilidade. Basicamente, a nova lei do saneamento básico permite a seguinte leitura panorâmica: a melhoria dos aspectos sanitários, somada à ampliação da oferta de serviços/tecnologias e à maior proteção da natureza, seguramente alçará o Brasil a um novo patamar de progresso.

fonte das imagens: Senado Federal

Saneamento Básico: Desafios e Soluções

Saneamento Básico: Desafios e Soluções

Em 2015, o Brasil foi signatário de um acordo internacional firmado na Organização das Nações Unidas (ONU), uma agenda que inclui 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Esse conjunto de compromissos estabeleceu os rumos e diretrizes para as próximas décadas do planeta em áreas como trabalho, erradicação da pobreza, meio ambiente, paz, justiça, combate à fome, cidades sustentáveis, saúde e outras. Especificamente a ODS 6, que diz respeito à água potável e ao saneamento básico, definiu metas que devem ser cumpridas até 2030.

Mas, infelizmente, o Brasil está derrapando na promessa de universalizar o saneamento básico nos próximos 10 anos e, assim, cumprir o prazo estabelecido pela ONU. O mesmo acontece internamente, pois o país também está distante de honrar o compromisso da universalização proposto pelo Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) até 2033.

As metas relacionadas à água tratada, coleta e tratamento de esgotos estão longe de serem alcançadas, adverte o Ranking do Saneamento Básico 2020 – levantamento realizado pelo Instituto Trata Brasil, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) que é composta por empresas com interesse nos avanços do saneamento básico e na proteção dos recursos hídricos do país.

Essa recente radiografia do saneamento brasileiro – realizada junto às 100 maiores cidades do Brasil – foi produzida com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), ano base 2018, do Ministério das Cidades. E o diagnóstico foi que o saneamento básico no país está estagnado.

O Ranking do Saneamento Básico 2020 explicitou alguns velhos e conhecidos problemas da nação: o desabastecimento de água, que atinge 35 milhões de pessoas (16,38% da população, que equivale a três vezes a população de Portugal); a falta de coleta de esgoto, que afeta mais de 100 milhões de habitantes (46,85% da população); e o baixo índice volume de esgoto tratado, somente 46% do total gerado no país.

Diariamente, esses e outros indicadores se materializam em sofrimento para uma grande parcela da população do Brasil. A todo instante os noticiários apresentam reportagens sobre essas mazelas, exibindo imagens de torneiras secas, de pessoas percorrendo grandes distâncias (com baldes e latas a tiracolo) à procura de água potável, de esgotos correndo a céu aberto, de gente adoecida com leptospirose, disenteria bacteriana, esquistossomose, febre tifoide, cólera e outros males causados pelo consumo de água contaminada.

“Em 2018, o Brasil inteiro despejou na natureza 5.715 piscinas olímpicas de esgoto sem tratamento por dia. Por ano, esse número ultrapassa 2 milhões de piscinas olímpicas de esgoto despejadas de forma indevida”, alerta um dos trechos da última edição do Ranking do Saneamento Básico.

Déficit de investimentos e obras paradas

Em outra ponta do problema, está o investimento público em saneamento básico, que é notadamente deficitário no país. Entre 2009 e 2014, o aporte anual médio no setor girou em torno de R$ 9,4 bilhões, quando o ideal seria R$ 15,2 bilhões por ano, segundo cálculos da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Além disso, há muitas obras ligadas ao setor de saneamento espalhadas pelo país que simplesmente estão paradas. Um levantamento divulgado no final de 2019, apontou que havia R$ 13,5 bilhões em obras paralisadas no Brasil, envolvendo quase 1.000 contratos planejados com recursos públicos.

E agora, o advento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) provavelmente vai agravar ainda mais o carente cenário do saneamento básico do Brasil. Por tempo indeterminado, deve manter (ou piorar!) a situação precária da população desfavorecida, complicar a vida de gestores públicos e frear o tão esperado avanço da oferta de água tratada e de esgotamento sanitário.

Multiplicadores de bons exemplos ambientais

Nesse panorama desafiador – que ainda engloba a necessidade de incremento de ações na área da educação ambiental -, vale salientar que a adoção de práticas saudáveis por organizações privadas e instituições públicas, em relação ao tratamento de seus esgotos e efluentes, se tornam bastante importantes.

Empresas, indústrias, hotéis, hospitais, shopping centers e outros negócios que possuem dispositivos próprios para essas finalidades – como Estações de Tratamento de Água (ETA), Estações de Tratamento de EsgotoCompacta (ETE) e Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEI) – contribuem diretamente com a preservação do meio ambiente e, de certa maneira, agem positivamente como exemplos a serem seguidos na área de saneamento.

Com mais de 30 anos de atuação no mercado, o Grupo FUSATI atende essa demanda sócio-ambiental corporativa desenvolvendo eficientes soluções para as mais diversas modalidades de tratamento de água, esgoto e águas residuais.

Por meio da divisão FUSATI Ambiental, projeta e fabrica ETA, ETE e ETEI para satisfazer as necessidades específicas de cada cliente. O catálogo de produtos e soluções da empresa inclui unidades convencionais, customizadas, compactas e/ou integradas. Todas desenvolvidas com alta tecnologia, ‘expertise’, amplo conhecimento do setor e total obediência às normas e legislações que regem a construção, a instalação e a operação de unidades de tratamento de resíduos líquidos (esgotos e efluentes).

Além de colaborar com a melhoria dos índices de saneamento básico do Brasil, em seus microambientes as Estações de Tratamento da FUSATI fazem exatamente aquilo que devia ser um mantra nacional: preservar os recursos hídricos.

As Redes de Esgoto e a Importância das ETEs

As Redes de Esgoto e a Importância das ETEs

A indisponibilidade e os serviços deficitários de esgoto público ainda são problemas notórios no Brasil. Em pleno século 21, o país ainda não consegue oferecer a toda a sua população redes de coleta e tratamento de esgoto e, consequentemente, condições adequadas de saneamento básico.

Esta é uma abrangente questão de saúde pública que envolve escassez de recursos, negligência do poder público, a inexistência de estratégias de urbanização mais eficientes e a falta de compromisso e conscientização de uma parcela da população, entre outros fatores.

De acordo com estatísticas do Instituto Trata Brasil, organização da sociedade civil de interesse público (Oscip), cerca de 47% da população brasileira vive em lugares sem coleta de esgoto. Isso significa que quase 100 milhões de pessoas não têm acesso a esse tipo de serviço essencial. Outro indicador preocupante dá conta que 31 cidades entre os 100 maiores municípios do Brasil têm menos de 60% de seus habitantes com coleta de esgoto.

Além das sequelas sociais, como a piora da qualidade de vida da população e a proliferação de doenças, a não-universalização das redes de esgoto no país também causa prejuízos e impactos desastrosos ao meio ambiente.

Quer dizer, sem o devido tratamento os esgotos são descarregados de maneira irregular em mares, rios, lagos, córregos e ribeirões, provocando estragos não somente nesses mananciais mas também de maneira expansiva à flora e à fauna existentes no entorno desses locais.

Independente das deficiências de infraestrutura do país, todo proprietário de imóvel tem responsabilidades quanto ao esgotamento sanitário. Basicamente, são duas obrigações:

  • 1) fazer a conexão de seu esgoto doméstico à rede coletora pública, com a utilização de dispositivos como tubulações, caixa de gordura, caixa de passagem e outros materiais em suas instalações prediais;
  • 2) caso não haja uma rede de esgoto na rua ou bairro, o cidadão deve providenciar a implantação de um sistema de tratamento independente (fossa séptica, filtro anaeróbio e sumidouro).

Essas explicações estão contidas na Lei Nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007, o instrumento legal que estabelece diretrizes para o saneamento básico no país. O parágrafo 1º do Artigo 45 da lei salienta que na ausência de redes públicas de saneamento básico “serão admitidas soluções individuais de abastecimento de água e de afastamento e destinação final dos esgotos sanitários, observadas as normas editadas pela entidade reguladora e pelos órgãos responsáveis pelas políticas ambiental, sanitária e de recursos hídricos”.

Tal legislação também frisa a proibição de descarte de águas pluviais (coletadas por meio de calhas e ralos residenciais) na rede de esgoto. Porém, no Brasil esse tipo de ligação clandestina é recorrente, causando danos ao sistema de esgoto que fica sobrecarregado ao receber água em excesso.

Geralmente, os efeitos colaterais disso são o entupimento da rede, o rompimento de tubulações e transbordamentos.

Nesse cenário nacional do saneamento básico, infelizmente ainda pontuado pelo déficit de redes coletoras de esgoto e ligações irregulares, cada vez mais emerge a importância de equipamentos como as compactas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEIs) soluções tecnológicas ideais para indústrias, hospitais, clubes, condomínios, restaurantes, frigoríficos, hotéis e estabelecimentos de outras naturezas comerciais e/ou institucionais.

Funcionais e Geradoras de Lucros

Estação Compacta de Tratamento FUSATI

As ETEs e ETEIs são essenciais para todo e qualquer tipo de negócio que necessita tratar o esgoto gerado em suas dependências e os resíduos industriais (decorrentes dos processos fabris) para, posteriormente, despejá-los na natureza – rios, ribeirões e outros corpos d’água -, conforme especificações técnicas, químicas e biológicas estabelecidas por normas oficiais e fiscalizadas por órgãos reguladores.

Com projetos versáteis conforme o tipo de necessidade e o volume de esgoto e de efluentes industriais a serem tratados, essas unidades são recomendadas tanto em áreas que dispõem de rede de esgoto quanto em lugares desprovidos desse tipo de infraestrutura sanitária.

Algumas das muitas vantagens dessas estações compactas são a capacidade de instalação em lugares pequenos, o baixo custo de energia, a manutenção descomplicada e a geração de água de reúso para ações secundárias como descargas de sanitários, limpeza de áreas externas e irrigação de jardins.

Num ambiente de negócios globalizado, competitivo e que supervaloriza e enaltece políticas e processos éticos do ponto de vista ambiental, as ETEs e ETEIs se apresentam como soluções indispensáveis. Hoje, é sensato afirmar que empresas/instituições que possuem e mantêm sistemas próprios para o tratamento de esgotos e efluentes, a exemplo dessas duas soluções, se posicionam passos à frente do “senso comum” empresarial na gestão interna de efluentes e do saneamento básico.

Estação de tratamento de esgoto e Efluente Industrial Combinada

créditos:

Imagens 3D: FUSATI

Fotografia Banner: Aviavlad

Reúso de Água de Lavanderia: Lucros e Respeito Ambiental

Reúso de Água de Lavanderia: Lucros e Respeito Ambiental

Lucro, eficiência e ética ambiental ao alcance das lavanderias

Dados de um levantamento recente do Sindicato Intermunicipal de Lavanderias no Estado de São Paulo (Sindilav) apontam a existência de cerca de 8.000 lavanderias domésticas e industriais em todo o Brasil. Além deste indicador quantitativo e global, tal pesquisa fornece informações sobre uma série de características e aspectos das empresas do setor como: geração de empregos, faturamento, parque industrial, tecnologias disponíveis, perfil da clientela, estimativas, potencial de crescimento nos próximos anos e a necessidade de compromisso com a preservação do meio ambiente. Particularmente com o uso racional de seu principal insumo, a água, e sua posterior reutilização.

Uma parcela dos empresários do segmento das lavanderias já possui algum tipo de sistema de reúso de água em seus negócios. Desde então, desfrutam das vantagens que vêm a reboque dessa escolha: lucros, eficiência, poupança significativa do recurso hídrico e sustentabilidade. Enfim, comprovaram que o reaproveitamento de seus efluentes gera um contínuo ciclo virtuoso em seus estabelecimentos. 

Entre as 8.000 lavanderias brasileiras, cerca de 6.000 são as denominadas domésticas, ou aquelas que atendem demandas do consumidor final como a lavagem de peças de vestuário, roupas de cama, mesa e banho, cortinas, estofados e carpetes.

Enquanto isso, outras 2.000 são as chamadas lavanderias industriais, estruturas que atendem hospitais, hotéis, motéis e restaurantes, que realizam a lavagem de roupas profissionais, EPIs (equipamentos de proteção individual) e de peças produzidas pela indústria de confecção (jeans e outras).  

As lavanderias que dispõem de tecnologia de reúso da água são tecnicamente capacitadas para realizar o tratamento de grandes volumes de águas residuais. São dotadas de equipamentos específicos para a remoção de resíduos sólidos, cloros, detergentes, sabões, corantes, solventes, amaciantes, surfactantes e ácidos, entre outros insumos presentes nos efluentes brutos produzidos pelas lavanderias.

A remoção desses e de outros elementos poluentes é realizada por Estações Compactas de Tratamento de Água (ETA), unidades projetadas e desenvolvidas conforme especificidades e necessidades de cada lavanderia ou negócio empresarial. 

A restauração da água em lavanderias que são equipadas com ETAs inclui etapas como a remoção de resíduos sólidos, do lodo e de óleos, procedimentos físico-químicos (para o ajuste da alcalinidade, o controle de material orgânico, vírus e bactérias), coagulação, floculação, decantação, cloração, filtração e a desinfecção. Após esses processos, a água é bombeada para o reservatório principal e novamente está pronta para ser reutilizada na lavanderia. Isso garante economia e, praticamente, a autossuficiência da lavanderia em relação ao sistema público de abastecimento de água. 

Nos tempos recentes, matérias publicadas na mídia têm relatado casos de lavanderias que reduziram drasticamente suas despesas com a conta de água (de abastecimento público) e se tornaram mais eficientes e competitivas após a implantação de suas próprias estações de tratamento e reúso. Os percentuais de economia verificados nessas lavanderias iniciam em 30% e chegam até incríveis 90% – a exemplo da Lavanderia Alba, de Cuiabá, cujo “case” de sucesso foi apresentado pela Agência Sebrae de Notícias.   

Menções de destaque também foram direcionadas às lavanderias hospitalares, que nesses dias de pandemia do novo coronavírus tiveram o seu papel e importância exaltados por porta-vozes do alto escalão político brasileiro, especialmente do Ministério da Saúde. O governo federal classificou as lavanderias hospitalares como um dos negócios primordiais no enfrentamento do Covid-19, em sua missão de garantir a assepsia e a desinfecção de roupas, lençóis, toalhas, campos e paramentos médicos.

A otimização da gestão da água em lavanderias (domésticas ou industriais) sempre foi um diferencial estratégico neste setor empresarial. Mas hoje, neste mundo de negócios cada vez mais criativos e competitivos, e também suscetíveis a instabilidades econômicas (vide os dias atuais!), trata-se de um trunfo básico e indispensável. 

Nesse panorama, o retroabastecimento de lavanderias com suas próprias águas residuais – devidamente coletadas, tratadas e armazenadas conforme legislações e normas técnicas vigentes –, traz benefícios múltiplos. além de garantir a excelência e a qualidade dos serviços ofertados ao consumidor (roupas e outras peças de tecido devidamente limpas, odorizadas e higienizadas), torna esse tipo de negócio mais inteligente, funcional e responsável em relação ao uso racional da água, sua matéria-prima vital.

FATURAMENTO E PERSPECTIVAS

A pesquisa do Sindilav apontou que, em 2018, o faturamento das 5.225 lavanderias instaladas no Estado de São Paulo – sendo 4.225 domésticas e 1.000 industriais – alcançou R$ 3,96 bilhões. No Brasil essa cifra chegou a R$ 5,97 bilhões. Segundo a entidade setorial, as perspectivas para os próximos anos indicam uma expansão do mercado das lavanderias e um crescimento aproximado de 5% na oferta de serviços e em faturamento.

O estudo também identificou uma grande oportunidade de mercado para empreendedores no segmento das lavandeiras. A saber: embora hoje somente 4% da população economicamente ativa do Brasil utilize serviços de lavanderias, o levantamento destaca que mais de 20% deste universo são clientes em potencial desse tipo de empresa. Uma curiosidade é que 70% dos usuários de lavanderias domésticas são mulheres, com idade média de 43 anos.

Água Tratada: na linha de frente contra o Coronavírus (COVID-19)

Água Tratada: na linha de frente contra o Coronavírus (COVID-19)

A corrida contra o tempo e um inimigo assustador, letal e ainda pouco conhecido é frenética. Acima de tudo, é uma corrida em prol de vidas humanas. Mas enquanto os cientistas do mundo todo não descobrem uma vacina eficaz contra o coronavírus (Covid-19), por hora a Organização Mundial de Saúde (OMS) e um monumental exército de infectologistas, sanitaristas e outras autoridades médicas recomendam as seguintes regras preventivas para atenuar o impacto do vírus e sua pandemia: evitar aglomerações e permanecer em isolamento social; não compartilhar objetos pessoais; cobrir o nariz e a boca ao espirrar ou tossir; manter os ambientes bem ventilados; e principalmente lavar constantemente as mãos e pulsos com água e sabão. 

Mais uma vez, a água, fundamental e essencial à vida humana, ressurge como um elemento primordial num momento de crise global. Neste caso, como um agente positivo a serviço da higiene pessoal e da assepsia corporal, de objetos e alimentos que, fortuitamente, possam ser difusores da doença.

Apesar da massiva recomendação para a população usar álcool gel como forma de desinfecção do temido vírus, vale salientar que a utilização do eficiente produto não substitui a lavagem adequada das mãos. Fato comprovado até o momento é que a água associada a diversos agentes desinfetantes (sabonete, sabão, detergente, água sanitária, cloro e outros) se mantém soberana no ‘front’ da higienização de pessoas, objetos e espaços do cotidiano – residências, hospitais, prédios, conjuntos comerciais, salas de espetáculo, aeroportos e todo tipo de local onde acontece a aglomeração de pessoas.  

No âmbito doméstico, a orientação fundamental durante a pandemia – que vem sendo repetida sistematicamente por especialistas da área da saúde – é a frequente higienização de cômodos, sanitários, lavanderia, áreas externas e cozinha. Essa prudente lógica sanitária e sua eficiência, contudo, dependem exclusivamente do fornecimento contínuo de água de qualidade. A água devidamente tratada reforçará a defesa contra a propagação do Covid-19.

Considerando a urgência desse cenário preventivo, dispositivos como os chamados filtros centrais de água – que são conectados logo após o hidrômetro dos imóveis -, hoje, mais do que nunca, despontam como equipamentos essenciais à saúde e ao bem-estar da família, de trabalhadores e usuários de espaços comunitários como shoppings, clubes, lojas, unidades hospitalares e outras dependências/estabelecimentos. Isso porque garantem o abastecimento de água tratada e livre de impurezas sólidas e biológicas como areia, limbo, argila, ferrugem e outros resíduos que são transportados pela água de abastecimento público.

Dois eficazes equipamentos com essa precisão no tratamento da água são o Filtro de Água Residencial e o Filtro Central de Água, produtos de alta tecnologia desenvolvidos e comercializados pela FUSATI – fabricante de filtros residenciais, comerciais, industriais, para condomínios, poços artesianos, com funções decloradoras, de remoção de metais (manganês e ferro) e outras características específicas.   

Alguns pesquisadores do segmento da saúde afirmam que a chance de contaminação é grande em relação às embalagens de alimentos e a maneira como eles foram manuseados. Isso significa que potes, tigelas, utensílios como talheres e eletrodomésticos em geral (geladeira, fogão, freezer, liquidificador, batedeira e outros) também consistem em fontes de contaminação. 

Certo também é que nesses dias de alerta e preocupação é mais do que obrigatória a cuidadosa higienização de frutas, legumes e verduras, além de louças, talheres e outros itens de cozinha. De forma segura, essa tarefa é facilitada por esses e outros filtros do catálogo do Grupo FUSATI, que garantem o fornecimento de água segura, cristalina e potável.   

O mesmos alertas e cuidados também valem para peças de vestuário, calçados, roupas de cama, cortinas, telefones e outros aparelhos domésticos, controles remotos, mesas, cadeiras e toda forma de mobília, interruptores de luz, pisos, vasos, pias, boxes de banheiro, portas, maçanetas e uma infinidade de objetos e superfícies que podem ser propagadores do Covid-19. Novamente, as orientações vão desde a desinfecção com álcool até a lavagem com sabão, água sanitária e desinfetantes cujo uso doméstico é regularizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A estratégia de resguardo de isolamento social se faz necessária nesse primeiro momento da pandemia. A outra estratégia é a prática de higienização pessoal, de objetos e ambientes. Toda crise traz diversas implicações, um legado importante será a atenção e prática na higienização pessoal, de objetos e ambientes. Isso tudo só é possível com a oferta abundante de água tratada e saudável para o consumo e outras necessidades humanas.

Aviso: Coronavírus

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