Em 2015, o Brasil foi signatário de um acordo internacional firmado na Organização das Nações Unidas (ONU), uma agenda que inclui 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Esse conjunto de compromissos estabeleceu os rumos e diretrizes para as próximas décadas do planeta em áreas como trabalho, erradicação da pobreza, meio ambiente, paz, justiça, combate à fome, cidades sustentáveis, saúde e outras. Especificamente a ODS 6, que diz respeito à água potável e ao saneamento básico, definiu metas que devem ser cumpridas até 2030.

Mas, infelizmente, o Brasil está derrapando na promessa de universalizar o saneamento básico nos próximos 10 anos e, assim, cumprir o prazo estabelecido pela ONU. O mesmo acontece internamente, pois o país também está distante de honrar o compromisso da universalização proposto pelo Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) até 2033.

As metas relacionadas à água tratada, coleta e tratamento de esgotos estão longe de serem alcançadas, adverte o Ranking do Saneamento Básico 2020 – levantamento realizado pelo Instituto Trata Brasil, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) que é composta por empresas com interesse nos avanços do saneamento básico e na proteção dos recursos hídricos do país.

Essa recente radiografia do saneamento brasileiro – realizada junto às 100 maiores cidades do Brasil – foi produzida com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), ano base 2018, do Ministério das Cidades. E o diagnóstico foi que o saneamento básico no país está estagnado.

O Ranking do Saneamento Básico 2020 explicitou alguns velhos e conhecidos problemas da nação: o desabastecimento de água, que atinge 35 milhões de pessoas (16,38% da população, que equivale a três vezes a população de Portugal); a falta de coleta de esgoto, que afeta mais de 100 milhões de habitantes (46,85% da população); e o baixo índice volume de esgoto tratado, somente 46% do total gerado no país.

Diariamente, esses e outros indicadores se materializam em sofrimento para uma grande parcela da população do Brasil. A todo instante os noticiários apresentam reportagens sobre essas mazelas, exibindo imagens de torneiras secas, de pessoas percorrendo grandes distâncias (com baldes e latas a tiracolo) à procura de água potável, de esgotos correndo a céu aberto, de gente adoecida com leptospirose, disenteria bacteriana, esquistossomose, febre tifoide, cólera e outros males causados pelo consumo de água contaminada.

“Em 2018, o Brasil inteiro despejou na natureza 5.715 piscinas olímpicas de esgoto sem tratamento por dia. Por ano, esse número ultrapassa 2 milhões de piscinas olímpicas de esgoto despejadas de forma indevida”, alerta um dos trechos da última edição do Ranking do Saneamento Básico.

Déficit de investimentos e obras paradas

Em outra ponta do problema, está o investimento público em saneamento básico, que é notadamente deficitário no país. Entre 2009 e 2014, o aporte anual médio no setor girou em torno de R$ 9,4 bilhões, quando o ideal seria R$ 15,2 bilhões por ano, segundo cálculos da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Além disso, há muitas obras ligadas ao setor de saneamento espalhadas pelo país que simplesmente estão paradas. Um levantamento divulgado no final de 2019, apontou que havia R$ 13,5 bilhões em obras paralisadas no Brasil, envolvendo quase 1.000 contratos planejados com recursos públicos.

E agora, o advento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) provavelmente vai agravar ainda mais o carente cenário do saneamento básico do Brasil. Por tempo indeterminado, deve manter (ou piorar!) a situação precária da população desfavorecida, complicar a vida de gestores públicos e frear o tão esperado avanço da oferta de água tratada e de esgotamento sanitário.

Multiplicadores de bons exemplos ambientais

Nesse panorama desafiador – que ainda engloba a necessidade de incremento de ações na área da educação ambiental -, vale salientar que a adoção de práticas saudáveis por organizações privadas e instituições públicas, em relação ao tratamento de seus esgotos e efluentes, se tornam bastante importantes.

Empresas, indústrias, hotéis, hospitais, shopping centers e outros negócios que possuem dispositivos próprios para essas finalidades – como Estações de Tratamento de Água (ETA), Estações de Tratamento de EsgotoCompacta (ETE) e Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEI) – contribuem diretamente com a preservação do meio ambiente e, de certa maneira, agem positivamente como exemplos a serem seguidos na área de saneamento.

Com mais de 30 anos de atuação no mercado, o Grupo FUSATI atende essa demanda sócio-ambiental corporativa desenvolvendo eficientes soluções para as mais diversas modalidades de tratamento de água, esgoto e águas residuais.

Por meio da divisão FUSATI Ambiental, projeta e fabrica ETA, ETE e ETEI para satisfazer as necessidades específicas de cada cliente. O catálogo de produtos e soluções da empresa inclui unidades convencionais, customizadas, compactas e/ou integradas. Todas desenvolvidas com alta tecnologia, ‘expertise’, amplo conhecimento do setor e total obediência às normas e legislações que regem a construção, a instalação e a operação de unidades de tratamento de resíduos líquidos (esgotos e efluentes).

Além de colaborar com a melhoria dos índices de saneamento básico do Brasil, em seus microambientes as Estações de Tratamento da FUSATI fazem exatamente aquilo que devia ser um mantra nacional: preservar os recursos hídricos.

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Empresas, indústrias, hotéis, hospitais, shopping centers e outros negócios que possuem dispositivos próprios para essas finalidades – como Estações de Tratamento de Água (ETA), Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) e Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEI) - contribuem diretamente com a preservação do meio ambiente e, de certa maneira, agem positivamente como exemplos a serem seguidos na área de saneamento. Com mais de 30 anos de atuação no mercado, o Grupo Fusati atende essa demanda sócio-ambiental corporativa desenvolvendo eficientes soluções para as mais diversas modalidades de tratamento de água, esgoto e águas residuais.
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